Por Osvaldo Morais
São muitas as possibilidades de a EAD minimizar nossos problemas educacionais, na medida em que novos meios e mecanismos poderão ser criados para fazer chegar o conhecimento seguido de práticas transformadoras à sociedade, principalmente à parte mais excluída, quer seja por dificuldade econômicas, quer seja pela distância.
As novas tecnologias são as ferramentas desse nosso tempo, portanto necessitamos estar antenados com elas. Até mais do que isso: precisamos usá-las para que possamos extrair melhores proveitos para nossa evolução profissional e humanitária (quando podemos crescer como pessoas), e não tão somente usando-as para provocar ainda mais a exclusão social. Mas parece-nos contraditório as novas tecnologias e a EAD aparecerem como instrumentos de democratização do conhecimento e da educação se muitos ainda hoje estão sem o devido acesso. Percebo que sempre houve essa dualidade posse/poder, mas também percebo que à medida que o tempo e o mundo avançam as possibilidades também avançam em todos os sentidos...
No caso do Brasil, em particular, é geograficamente um dos maiores países do mundo, mas a maior barreira geográfica está na que separa o "território" dos que dispõe de acesso ao topo na educação, como a cursos de medicina, direito, engenharia, etc., sendo estas, pessoas oriundas das classes mais abastadas... dos que lutam nos dissabores da educação pública e dos que não têm acesso a educação nenhuma. Nesse caso a EAD pode e deve ser empregada para vencer essas barreiras, das distâncias e da falta de oportunidades, àqueles que não puderam nem podem chegar ao ensino regular. Outra deficiência que a EAD pode ajudar a minimizar á na qualidade do ensino público brasileiro, funcionando como um complemento deste, eu mesmo como uma forma de atualização constante de dicentes e docentes.
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