terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Regulamentação da EAD no Brasil



Reportar erros PDF Imprimir E-mail No Brasil, as bases legais para a modalidade de educação a distância foram estabelecidas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996), que foi regulamentada pelo Decreto n.º 5.622, publicado no D.O.U. de 20/12/05 (que revogou o Decreto n.º 2.494, de 10 de fevereiro de 1998, e o Decreto n.º 2.561, de 27 de abril de 1998) com normatização definida na Portaria Ministerial n.º 4.361, de 2004 (que revogou a Portaria Ministerial n.º 301, de 07 de abril de 1998 ).

Em 3 de abril de 2001, a Resolução n.º 1, do Conselho Nacional de Educação estabeleceu as normas para a pós graduação lato e stricto sensu.

A. EDUCAÇÃO BÁSICA na modalidade de Educação a Distância:

De acordo com o Art. 30º do Decreto n.º 5.622/05, "As instituições credenciadas para a oferta de educação a distância poderão solicitar autorização, junto aos órgãos normativos dos respectivos sistemas de ensino, para oferecer os ensinos fundamental e médio a distância, conforme § 4o do art. 32 da Lei no 9.394, de 1996, exclusivamente para:

I - a complementação de aprendizagem; ou

II - em situações emergenciais.

Para oferta de cursos a distância dirigidos à educação fundamental de jovens e adultos, ensino médio e educação profissional de nível técnico, o Decreto n.º 5.622/05 delegou competência às autoridades integrantes dos sistemas de ensino de que trata o artigo 8º da LDB, para promover os atos de credenciamento de instituições localizadas no âmbito de suas respectivas atribuições.

Assim, as propostas de cursos nesses níveis deverão ser encaminhadas ao órgão do sistema municipal ou estadual responsável pelo credenciamento de instituições e autorização de cursos (Conselhos Estaduais de Educação) – a menos que se trate de instituição vinculada ao sistema federal de ensino, quando, então, o credenciamento deverá ser feito pelo Ministério da Educação.

B. EDUCAÇÃO SUPERIOR e EDUCAÇÃO PROFISSIONAL na modalidade de Educação a Distância:

No caso da oferta de cursos de graduação e educação profissional em nível tecnológico, a instituição interessada deve credenciar-se junto ao Ministério da Educação, solicitando, para isto, a autorização de funcionamento para cada curso que pretenda oferecer. O processo será analisado na Secretaria de Educação Superior, por uma Comissão de Especialistas na área do curso em questão e por especialistas em educação a distância. O Parecer dessa Comissão será encaminhado ao Conselho Nacional de Educação. O trâmite, portanto, é o mesmo aplicável aos cursos presenciais. A qualidade do projeto da instituição será o foco principal da análise. Para orientar a elaboração de um projeto de curso de graduação a distância, a Secretaria de Educação a Distância elaborou o documento Indicadores de qualidade para cursos de graduação a distância, disponível no site do Ministério para consulta. As bases legais são as indicadas no primeiro parágrafo deste texto.

C. Pós-graduação a distância

A possibilidade de cursos de mestrado, doutorado e especialização a distância foi disciplinada pelo Capítulo V do Decreto n.º 5.622/05 e pela Resolução nº 01, da Câmara de Ensino Superior-CES, do Conselho Nacional de Educação-CNE, em 3 de abril de 2001.

O artigo 24 do Decreto n.º 5.622/05, tendo em vista o disposto no § 1º do artigo 80 da Lei nº 9.394, de 1996, determina que os cursos de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) a distância serão oferecidos exclusivamente por instituições credenciadas para tal fim pela União e obedecem às exigências de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento estabelecidos no referido Decreto.

No artigo 11, a Resolução nº 1, de 2001, também conforme o disposto no § 1º do art. 80 da Lei nº 9.394/96, de 1996, estabelece que os cursos de pós-graduação lato sensu a distância só poderão ser oferecidos por instituições credenciadas pela União.

Os cursos de pós-graduação lato sensu oferecidos a distância deverão incluir, necessariamente, provas presenciais e defesa presencial de monografia ou trabalho de conclusão de curso”.

D. Diplomas e certificados de cursos a distância emitidos por instituições estrangeiras

Conforme o Art. 6º do Dec. 5.622/05, os convênios e os acordos de cooperação celebrados para fins de oferta de cursos ou programas a distância entre instituições de ensino brasileiras, devidamente credenciadas, e suas similares estrangeiras, deverão ser previamente submetidos à análise e homologação pelo órgão normativo do respectivo sistema de ensino, para que os diplomas e certificados emitidos tenham validade nacional.

A Resolução CES/CNE 01, de 3 de abril de 2001, relativa a cursos de pós-graduação, dispõe, no artigo 4º, que “os diplomas de conclusão de cursos de pós-graduação stricto sensu obtidos de instituições de ensino superior estrangeiras, para terem validade nacional, devem ser reconhecidos e registrados por universidades brasileiras que possuam cursos de pós-graduação reconhecidos e avaliados na mesma área de conhecimento e em nível equivalente ou superior ou em área afim.

Vale ressaltar que a Resolução CES/CNE nº 2, de 3 de abril de 2001, determina no caput do artigo 1º, que “os cursos de pós-graduação stricto sensu oferecidos no Brasil por instituições estrangeiras, diretamente ou mediante convênio com instituições nacionais, deverão imediatamente cessar o processo de admissão de novos alunos”.

Estabelece, ainda, que essas instituições estrangeiras deverão, no prazo de 90 (noventa) dias, a contar da data de homologação da Resolução, encaminhar à Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES a relação dos diplomados nesses cursos, bem como dos alunos matriculados, com a previsão do prazo de conclusão. Os diplomados nos referidos cursos “deverão encaminhar documentação necessária para o processo de reconhecimento por intermédio da CAPES

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Dicas

Algumas dicas para você tirar vantagem de todo o potencial que um curso a distância pode lhe oferecer.

DICAS PARA ALUNOS
1 - Estude num momento tranquilo:
Quem já teve sucesso fazendo um curso a distância concorda que o compromisso com a agenda de estudos é um dos pontos cruciais. É importante saber evitar interrupções com e-mails, navegação desnecessária na Internet e telefones. Tente reservar para seu tempo de estudo, aqueles momentos quando ninguém irá perturbá-lo. Leve a sério este momento.
2 - Se você estiver estudando no seu ambiente de trabalho, avise seus colegas para que não lhe interrompam. Como você não está em uma sala de aulas e se encontra no seu local de trabalho, é imprescindível que você comunique seu gerente e colegas para que respeitem seu tempo de estudos e entendam o porquê de você não estar disponível.
3 - Se seu curso usa áudio como material de apoio, considere utilizar fones de ouvido para reduzir o volume, não perturbando assim quem não estiver interessado no assunto.
Se estiver estudando no seu local de trabalho então, nem se fala.
4 - Defina metas reais para seus estudos. Reserve um tempo para definir suas metas e planeje seu tempo de estudos. Defina metas desafiadoras, mas só se tiver tempo suficiente para estudar o necessário para alcançar seus objetivos.
Converse com seu tutor ou professor, ele certamente terá boas dicas, extraídas da experiência com outros alunos.
5 - Procure ser um participante ativo de chats, encontros presenciais e outras programações coletivas que o curso oferecer. Trocando experiências e idéias você interage com seus colegas e professores ganhando, quase sempre, conhecimentos adicionais que não estão no conteúdo do curso.
Se seu curso não possui um ambiente de chat ou uma comunidade virtual de alunos, procure conhecer outros alunos que já estejam fazendo o curso a mais tempo e tome a iniciativa, troque idéias via e-mail ou telefone sobre aproveitamento do tempo, melhores momentos para estudar, etc... integre-se ao grupo.
6 - Encontre o seu tempo certo de estudos no curso. Como não existem horários rígidos para as aulas no ensino distância, você poderá estudar em qualquer momento do dia, porém se você estudar por longos períodos de tempo, faça paradas a cada 20 ou 30 minutos. O aprendizado mais efetivo acontece nesse período de tempo, fazendo assim, sua mente estará "fresca" para absorver e reter o conhecimento.
7 - Reflita sobre o que você tem aprendido. Nas pausas, ao completar fases ou mesmo no final do curso faça uma análise para verificar o que foi assimilado do conteúdo do seu curso. Tente aplicar os novos conceitos aprendidos no seu dia a dia ou no trabalho. Teste o quão efetivos e valiosos são os seus novos conhecimentos e sempre que precisar retorne para o material de estudos.
8 - Use todos os recursos disponíveis no material de apoio ou na interface gráfica da web, aproveite dicas de leitura adicionais e esteja atento as ferramentas que podem lhe ajudar a fixar os temas estudados como campos para anotações e fóruns de discussão.
9 - Compartilhe o que você têm aprendido. Uma das melhores maneiras de reter o conhecimento adquirido é dividindo esse conhecimento com os outros.

10 - Antes de se inscrever em um curso a distância, procure saber quais os requisitos técnicos que o seu computador precisará ter para um bom aproveitamento do curso (câmera, acesso a Internet com banda larga, microfone, etc). Alguns sistemas de ensino a distância são mais "pesados" que outros, além disso um computador já ultrapassado pode ter dificuldade em rodar programas específicos exigidos pelo curso.
Sabendo dos requisitos técnicos você evitará maiores surpresas e pode evitar ter que investir em uma atualização de hardware fora de hora.
Com a educação a distância o treinamento pode ser mais flexível, personalizado e um curso a distância é perfeito por isso: enquanto você estiver na frente do seu computador você poderá estar na sala de aula, no momento em que desejar.
DICAS PARA PROFESSORES
1 - Use o "E“ de "e-Learning" com moderação.
Chamemos de ensino, de educação, ou talvez não devamos chamar de nada. Apenas façamos. Poucas pessoas dizem que estão tendo uma "experiência de comércio eletrônico" ao comprar um livro pela Internet.

2 - Coloque seus superiores, a direção ou a gerência da sua empresa pra fazer um curso a distância.
Se possível coloque fotos deles engajados nas atividades online dos cursos, em locais onde os outros funcionários verão. Quando os cursos a distância são usados pela cúpula da empresa, sua reputação cresce dramaticamente entre os outros funcionários.

3 - Utilize menos linguagem de sala de aula.
Não "virtualize" a sala de aula! Ao invés disso, crie uma linguagem que seja apropriada ao curso a distância.

4 - Usuários, alunos mais maduros possuem olhos mais fracos.
Use fontes maiores.

5 - Mantenha, se possível, o número de opções na tela sempre inferior a dez.
Três opções parece ser o ideal. Quanto mais opções de resposta o aluno tem para escolher, mais desestimulado a concluir a questão ele fica. Lembre-se que motivação para seguir e frente é tudo o que você quer ver no seu aluno.

6 - Pessoas multitarefa.
Viva com elas. Sempre que eu estou aprendendo, ou mesmo ensinando durante uma sessão online, eu estou fazendo alguma outra coisa ao mesmo tempo, como verificar e-mails, beber um café.

7 - Misture tudo.
Aprendizagem mista é a norma!
Cada experiência de aprendizagem será misturada a outra, será assim, consciente ou inconscientemente.

8 - Um desenvolvimento rápido está acontecendo!
Empresas exigem um desenvolvimento mais rápido, medido em dias em vez de semanas ou meses.

9 - Crie bons modelos.
Dê ao aluno um confortável e intuitivo conjunto de ferramentas de navegação.

10 - Convide, motive, insista...
A Educação a Distância exige mais tempo de incentivo e motivação que o tempo gasto em treinamento.
Obs.: As dicas para os professores foram adaptadas de Elliott Masie’s MASIE Center.

Educação a Distância

A Educação a Distância é a modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem é inovadora e ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, fazendo de maneira apropriada para atender o grande contingente de alunos de forma eficaz e sem riscos de reduzir a qualidade de ensino, estudantes e professores desenvolvem atividades educativas em lugares ou tempos diferentes. Ela não se resume a uma material instrucional com uma seqüência ordenada de conteúdo, de forma que o educando possa assimilá-lo, e sim pela preocupação exclusiva com lógica do conteúdo, acreditando que o material didático bem preparado, assegura o aprendizado de qualquer educando.

Considera-se Educação a Distância, para fins institucionais, tudo o que diz respeito aos processos de ensino e aprendizagem mediados por tecnologia, nos formatos semi-presencial e a distância, no âmbito do ensino, da pesquisa e da extensão.

A educação a distância vem se aprimorando cada vez mais, através de tecnologias que viabilizam mecanismos de comunicação tão eficazes capazes de suprir a distância geográfica entre aluno e professor, utilizando, além do material impresso, transmissões por televisão aberta, rádio e fitas de áudio e vídeo. A Educação a Distância pode ser feita com a mesma qualidade do ensino regular, cabe ao aluno e a seu tutor elevar o nível do curso. O aluno deve estar preparado e motivado a estudar com responsabilidade e goste de estudar com disciplina, pois exige muita interatividade, pois o aprendizado ocorre baseado em troca de informações, através de discussão no Chat, no fórum e com seus tutores e colegas virtuais.

Um ponto interessante é que a educação é contínua ou continuada, pois seu objetivo é sempre aprender, independente do local que esteja associando sempre a teoria com a prática. Facilitando e possibilitando caminhos como:
* Interatividade
* Ensino independente de tempo e lugar
* Minimização de deslocamentos
* Economia de tempo
* Atendimento personalizado
* Aprender no seu próprio ritmo, acelerando o seu estudo ou retornando aos pontos que precisam ser melhor compreendidos, sempre que julgar necessário.
* Gerenciar seu processo de estudar e de aprender, com autonomia e flexibilidade.
Tenho certeza que a qualidade do curso está na preocupação com o aprendizado do aluno, devemos ter uma metodologia minuciosa, pois a escola tem que adaptar o conteúdo e preparar troca de informações e conhecimentos com professores e entre os alunos por meio de fórum e outros recursos.
O EaD não é eficiente para todo mundo, pois o aluno necessita ter a maturidade e compromisso para desenvolver as atividades e chegar até ao final do curso. O professor deve ser um facilitador e motivador da aprendizagem. Para aqueles que necessitam de alguém para estar fazendo mimos, e caprichos, jamais poderá ser um aluno da Educação a Distancia.
A Educação a Distancia não educa, mas sim agrega valores culturais. A vontade de aprender ela tem que emergir, independente de onde e com quem esteja. Essa forma educacional possibilita alcançar um número muito maior de pessoas que por algum motivo estão privadas do direito de estudar.
Em nossa realidade, Escola Técnica de Brasília, temos exemplo de pessoas que muitas vezes iniciam cursos e não conclui por motivos diversos, e um deles é ter que trabalhar para pode se sustentar. E através desse método o aluno pode continuar seu estudo de maneira mais adequada a sua realidade. Temos um perfil de alunos responsáveis, pois aqui ninguém tem a obrigação de fazer um curso técnico e sim uma opção por ele. Tornando-se mais interessante o estudo. Onde uma boa parte desses alunos é responsável pelos seus atos e por aquilo que almeja ser, pois são adultos. Não que a criança e o adolescente não aprenda na ausência de um professor, mas, não são todas as matérias que podem ser aprendidas em sua totalidade. Existem conhecimentos que exigem habilidades práticas para a sua excussão.
Jamais deixará de existir a forma presencial e em distancia, não importa a forma escolhida para obter o conhecimento, o importante é buscar novos conhecimentos e agregar valores culturais e sócias. Acredito na educação com qualidade e em prol do desenvolvimento humano.

Inclusão Escolar...

Vantagens da educação a distância

Vídeo

http://www.youtube.com/watch?v=wtKNE_uZ_gY

Flexibilidade

Flexibilidade

A flexibilidade enquanto característica da EaD apresenta também diferentes acepções dentre elas possibilidade de ensino e aprendizagem significativa, oferta de formação continuada voltada a atender as demandas sociais, uma alternativa de democratização dos estudos e oportunidades além de possibilitar maior número de oferta de cursos e produção de materiais pedagógicos de menor custo.

http://marcoantonioamaral.blogspot.com/2008/08/flexibilidade.html

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Plataforma Moolde

A Plataforma Moodle

Introdução: O que é o Moodle?

O Moodle é um software para produzir e gerenciar atividades educacionais baseadas na Internet e/ou em redes locais. É um projeto de desenvolvimento contínuo projetado para apoiar o social-construtivismo educacional. Conjuga um sistema de administração de atividades educacionais com um pacote de software desenhado para ajudar os educadores a obter alto padrão de qualidade em atividades educacionais on-line que desenvolvem.

O Moodle seria um desses sistemas que geram ambientes educacionais de aprendizagem, às vezes são chamados também por outros nomes, como, por exemplo:

• sistemas de e-learning,

• sistemas de administração de aprendizagem (LMS), ou

• ambientes de aprendizagem virtual (VLE).

Um das vantagens principais de Moodle sobre os demais sistemas é que ele é muito bem fundamentado para por em prática uma aprendizagem social construtivista.

Tecnicamente, o Moodle é um software de Open Source, o que significa é livre para carregar, usar, modificar e até mesmo distribuir (sob a condição do GNU). O Moodle funciona sem modificação em Unix, Linux, Windows, Mac OS X, Netware e em qualquer outro sistema que suporte a linguagem PHP, podendo portanto ser incluído na maioria dos provedores de hospedagem. Os dados são armazenados em um único banco de dados: Funcionam mais eficientemente com MySQL e PostgreSQL, mas também pode ser usado com Oracle, Access, Interbase, ODBC e outros.


O Moodle está disponível em 34 idiomas, por enquanto, incluindo: árabe, catalão, chinês (simplificado e tradicional), tcheco, dinamarquês, holandês, inglês (GB e US), finlandês, francês (da França e do Canadá), alemão, grego, húngaro, indonésio, italiano, japonês, norueguês, polonês, português (Portugal e Brasil), romano, russo, eslovaco, espanhol (da Espanha, do México, da Argentina e outras versões caribenhas), sueco, tailandês e turco.

A palavra Moodle era originalmente um acróstico para "Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment" que é principalmente útil aos pesquisadores e acadêmicos de educação.

Moodle também é um verbo que descreve o processo de navegar despretensiosamente por algo, enquanto se faz outras coisas ao mesmo tempo, num desenvolvimento agradável e conduzido freqüentemente pela perspicácia e pela criatividade.

Aplicam-se ambos ao Moodle do modo que ele foi desenvolvido. E, também, se aplica a uma sugestiva maneira pela qual um estudante ou um professor poderiam integrar-se estudando ou ensinando num curso on-line.

Qualquer um que usa o Moodle é um Moodler.

A História do Moodle

Moodle é um projeto em permanente evolução. O desenvolvimento foi começado por Martin Dougiamas que continua conduzindo o projeto:

“Eu tenho trabalhado nisso há vários anos. Comecei nos anos 90 quando era webmaster na Universidade de Curtin de Tecnologia e administrador do sistema WebCT1. Eu tive muitas frustrações com o WebCT e desenvolvi uma urticária que precisou coçar - e teve que ser melhor (não, não o Blackboard2

Eu também conheço muitas pessoas em escolas e instituições menores (e algumas grandes!) que querem fazer melhor uso da Internet, mas não sabem onde começar no labirinto de tecnologias e pedagogias que existem. Eu sempre sonhei que haveria uma alternativa grátis que tais pessoas poderiam usar para ajudar para desenvolver suas habilidades pedagógicas no ambiente on-line.

Minhas convicções nas possibilidades irrealizadas de educação baseada na Internet me levaram a completar o mestrado e depois um Ph.D. em Educação, combinando minha carreira anterior em Informática com conhecimento recentemente construído sobre a natureza de aprender em colaboração.

Em particular, eu sou influenciado particularmente pela epistemologia do sócio-construtivismo - que não só trata aprendizagem como uma atividade social, mas o enfoque na aprendizagem que acontece enquanto se constrói artefatos ativamente (como textos) para outros ver ou usar.

É fundamental para a mim que este software seja fácil usar - na realidade deveria ser tão intuitivo quanto possível.

Eu sou levado a continuar meu trabalho com o Moodle e em mantê-lo Aberto e Livre. Eu tenho uma convicção profundamente-firmada na importância de educação irrestrita e ensino aberto, e o Moodle é o meu modo de contribuir na realização destes ideais.

Desde então houve uma série de novos desenvolvimentos e lançamentos que vão somando características novas, escala e desempenho melhorado.

Como o Moodle se disseminou e a comunidade cresceu, muito mais contribuição está sendo obtida de uma variedade mais ampla de pessoas em situações pedagógicas diferentes. Por exemplo, o Moodle agora não é só usado em universidades, mas em escolas secundárias, escolas primárias, organizações não lucrativas, companhias privadas, pelos professores independentes etc. Um número crescente de pessoas, ao redor do mundo, estão contribuindo com o Moodle de modos diferentes

Uma característica importante do projeto do Moodle é o moodle.org, rede local que provê um ponto central para informação, discussão e colaboração entre usuários do Moodle que incluem os administradores de sistemas os professores os pesquisadores, os designers instrutivos e claro que, o fomentador.

Este local sempre está evoluindo para atender as necessidades da comunidade, e como o Moodle será sempre grátis. Em 2003, a companhia moodle.com foi lançado para prover apoio comercial adicional aos que dele precisam, como também passou a ser o mantenedor e administrador, oferecendo consultoria e outros serviços.

Filosofia

O desígnio e o desenvolvimento de Moodle são guiados por uma filosofia particular de aprender, um modo de pensar a educação-aprendizagem conhecido como a "pedagogia do social-construtivismo".

Tentemos explicar em condições simples o que significa isso, através da explicação dos quatro conceitos principais em que se baseia.

Note que cada um desses conceitos é uma visão sumarizada de uma imensa pesquisa, assim estas definições podem parecer fracas se você já leu sobre isso antes.

Se estes conceitos são completamente novos para você que é provável que essas idéias serão difíceis de entender a princípio - tudo que se pode recomendar é que você leia cuidadosamente, enquanto pensa em suas próprias experiências de tentar aprender algo.

1. Construtivismo

Este ponto de vista sustenta que as pessoas constroem conhecimentos ativamente quando interagem com o ambiente.
Tudo o que você leu, viu, ouviu, sentiu, e tocou é testado contra seu conhecimento anterior e se for viável dentro de seu mundo mental, pode formar conhecimento novo que você leva com você. O conhecimento é fortalecido se você puder usar isto bem em seu ambiente mais amplo. Você não é só um banco de memória que absorve informação passivamente, nem é apenas lendo ou ouvindo alguém que o conhecimento pode ser transmitido a você.

Não quer dizer que você não pode aprender nada ao ler uma página da rede ou assistir uma conferência. Obviamente você pode aprender com isso. Mas há mais uma questão de interpretação do que propriamente uma transferência de informação de um cérebro para outro.

2. Construcionismo

O construcionismo afirma que a aprendizagem é particularmente efetiva quando se constrói algo para outros experimentarem. Isto pode ser qualquer coisa. Desde falar alguma coisa, escrever uma mensagem na Internet, até artefatos mais complexos como uma pintura, uma casa ou um software.

Por exemplo, você poderia ler várias vezes esta página e ainda poderia esquecer amanhã - mas se você fosse tentar e explicar essas idéias a outra pessoa com as suas próprias palavras, ou produzir um "slideshow" que explique estes conceitos, então eu posso garantir você teria uma compreensão melhor que é mais integrada em suas próprias idéias.

Por isso que as pessoas tomam notas durante conferências, até mesmo se eles nunca lessem novamente as notas.

3. Sócio-Construtivismo

Estende as anteriores idéias em um grupo social que constrói coisas para outro, colaborativamente. criando uma microcultura de artefatos compartilhados com significados compartilhados. Quando a pessoa é imersa dentro de uma cultura assim, a pessoa está aprendendo o tempo todo a como ser uma parte daquela cultura, em muitos níveis.

Um exemplo muito simples é um objeto como uma xícara. O objeto pode ser usado para muitas coisas, mas sua forma sugestiona um pouco de "conhecimento" sobre portar líquidos.

Um exemplo mais complexo é um curso on-line - não só as "formas" das ferramentas de software indicam sobre o modo que cursos on-lines deveriam funcionar, mas também as atividades e textos produzidos dentro do grupo ajudarão a cada pessoa formar-se dentro daquele grupo.

4. Conectado e Isolado

Esta idéia parece mais profunda nas motivações dos indivíduos dentro de uma discussão.

Comportamento isolado é quando alguém tentar permanecer 'objetivo' e 'efetivo', e tende a defender as próprias idéias usando a lógica para achar falhas nas idéias do oponente.

Comportamento conectado é uma aproximação do significado de empatia e que se liga também ao conceito de intersubjetividade, enquanto tentamos escutar e fazer perguntas em um esforço para entender o outro ponto de vista.

Comportamento construído é quando uma pessoa é sensível a essas duas aproximações e pode escolher qualquer uma delas como apropriado para a uma situação atual.

Em geral, uma quantidade saudável de comportamento conectado dentro de uma comunidade de aprendizagem é um estimulante muito poderoso para aprender, não só aproximando as pessoas mais intimamente, como promovendo a reflexão mais funda e reexame das convicções existentes em cada um.

Quando você pensa nesses assuntos, focaliza-se em experiências produtivas para aprender, sob o ponto de vista do estudante. Muito melhor que publicando e avaliando a informação você acha que eles precisam saber.

Também pode ajudar a perceber como cada participante em um curso pode tanto ser um professor como também um estudante.

Seu trabalho como professor pode deixar de ser a fonte de conhecimento para ser um influenciador e modelo de cultura do grupo, conectando-se com os estudantes de um modo muito mais pessoal, que remete às suas próprias necessidades de aprendizagem, e moderar as discussões e atividades de modo que coletivamente conduzam os estudantes para as metas de aprendizagem do grupo.

Obviamente, o Moodle não força este estilo de comportamento, mas isto é o que ele deseja apoiar.

No futuro, como a infra-estrutura técnica do Moodle estiver mais estabilizada, melhorias adicionais no apoio pedagógico serão a direção principal para desenvolvimento do Moodle.

Formatos de Cursos

O Moodle pode ser configurado para trabalhar em três formatos básicos, de acordo com o tipo de atividade educacional a ser desenvolvida.

Os formatos são os seguintes:

Formato Social
Formato em Tópicos
Formato Semanal


1. Formato Semanal

O curso é organizado em unidades correspondentes a semanas, com datas de início e fim bem definidas.

Cada semana inclui atividades. Algumas delas, como os diários, podem estender-se por mais de uma semana.

2. Formato Tópicos

Este formato é muito parecido com o formato semanal, mas as unidades lógicas são assuntos ou temas.

Os tópicos não têm limite de tempo pré-definido.

3. Formato Social

Este formato é articulado em torno de um fórum principal que é publicado na página principal do curso.

É um formato mais livre que pode ser usado, também, em contextos que não são cursos como, por exemplo, grupos de estudos permanentes, grupos de pesquisa, ou desenvolvimento de práticas.

Observe que o Formato Semanal e o Formato Tópicos são similares.

A diferença principal é que cada bloco no Formato Semanal trata exatamente de uma semana de curso, enquanto no Formato Tópicos, cada bloco pode abordar o que o professor desejar.

O Formato Social não se baseia muito em conteúdos e tem apenas um Fórum, disponibilizado na página principal.

Os seguintes instrumentos para o desenvolvimento de atividades podem ser usados em qualquer atividade educacional conduzida na plataforma.


Instrumentos Educacionais Disponíveis

1. Avaliações do Curso

Este instrumento contém alguns tipos de questionários de avaliação de cursos, específicos para ambientes de aprendizagem virtuais. Este tipo de atividade favorece a reflexão sobre os processos de aprendizagem durante o curso.

2. Chat

O instrumento Chat permite a realização de uma discussão textual via web em modalidade síncrona. Este instrumento contém instrumentos para a revisão e a administração das discussões.

3. Diários

Este instrumento corresponde a uma atividade de reflexão orientada por um moderador. O professor pede ao estudante que reflita sobre um certo assunto e o estudante anota as suas reflexões progressivamente, aperfeiçoando a resposta.

Esta resposta é pessoal e não pode ser vista pelos outros participantes. O professor pode adicionar comentários de feedback e avaliações a cada anotação no Diário.

Esta deve ser uma atividade constante - uma atividade deste tipo por semana, por exemplo.

4. Fóruns

Esta atividade de discussão é importantíssima. Os Fóruns tem diversos tipos de estrutura e podem incluir a avaliação recíproca de cada mensagem. As mensagens são visualizadas em diversos formatos e podem incluir anexos. Os participantes do forum tem a opção de receber cópias das novas mensagens via email (assinatura) e os professores, de enviar mensagens ao fórum com cópias via email a todos os participantes.

5. Glossário

Esta atividade permite aos participantes criar e manter uma lista de definições, como um dicionário.

As entradas podem ser pesquisadas ou "navegadas" em diferentes formatos. O glossário também possibilita aos professores exportarem entradas de um glossário para um outro (principal) dentro do mesmo curso.

Finalmente, é possível criar, automaticamente, links para estas entradas em todas as partes do curso.

6. Lição

Uma lição disponibiliza conteúdo de um modo flexível e interessante. Consiste deum número de páginas. Cada página termina normalmente com uma pergunta e um número de respostas possíveis.

Dependendo da resposta escolhida pelo aluno, avança-se para a página seguinte ou retorna-se para a página anterior.

A navegação pela lição pode ser bem direta ou complexa, dependendo amplamente da estrutura do material a ser apresentado.

7. Materiais

Os materiais são todos os tipos de conteúdos que serão apresentados no curso.
Podem ser documentos arquivados no servidor, páginas criadas com o uso do editor de textos ou arquivos de outros sites visualizados no ambiente do curso.

8. Pesquisas de Opinião

Este instrumento permite uma atividade muito simples. O professor elabora uma pergunta com diversas opções de resposta. Serve para fazer pesquisas de opinião rápidad, para estimular a reflexão sobre um tópico, para escolher entre sugestões dadas para a solução de um problema ou para obter a permissão de utilizar dados pessoais dos alunos em pesquisas do professor.

9. Questionários

Este instrumento consiste em um instrumento de composição de questões e de configuração de questionários. As questões são arquivadas por categorias em uma base de dados e podem ser reutilizadas em outros questionários e em outros cursos.

A configuração dos questionários compreende, entre outros, a definição do período de disponibilidade, a apresentação de feedback automático, diversos sistemas de avaliação, a possibilidade de diversas tentativas.

Alguns tipos de questões: múltipla escolha, verdadeiro ou falso, resposta breve, etc

10. Tarefas

Uma tarefa consiste na descrição ou enunciado de uma atividade a ser desenvolvida pelo participante, que pode ser enviada em formato digital ao servidor do curso utilizando a plataforma. Alguns exemplos: redações, projetos, relatórios, imagens, etc. Este instrumento inclui a possibilidade de descrever tarefas a serem realizadas offline - na sala de aula, por exemplo - e de publicar o resultado da avaliação.

Disponibiliza-se um exercício paraa ser feito com data específica e nota máxima.

Alunos poderão postar um arquivo que satisfaça às exigências. A data da postagem do arquivo será gravada. Ao final, você verá todos os resultados em uma única página (e o prazo da postagem), e poderá gravar a nota e o comentário. Meia hora após sua avaliação, Moodle automaticamente enviará um email comunicando o aluno.

11. Workshop

O Workshop é uma atividade de avaliação entre pares (participantes) com uma vasta gama de opções. Os participantes podem avaliar os projetos de outros participantes e exemplos de projeto em diversos modos. Este instrumento também organiza o recebimento e a distribuição destas avaliações


http://prismatreinamentos.com.br/mod/resource/view.php?id=18

O que é moodle?

Mundo Moodle

Moodle é um sistema de administração de atividades educacionais destinado à criação de comunidades on-line, em ambientes virtuais voltados para a aprendizagem.

De acordo com a documentação que consta no sítio oficial do Moodle:

A palavra Moodle referia-se originalmente ao acróstico: ?Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment?, que é especialmente significativo para os programadores e acadêmicos da educação. É também um verbo que descreve o processo de navegar despretensiosamente por algo, enquanto se faz outras coisas ao mesmo tempo, num desenvolvimento agradável e conduzido freqüentemente pela perspicácia e pela criatividade.

Assim, o nome Moodle aplica-se tanto à forma como foi feito, como a uma sugestiva maneira pela qual um estudante ou um professor poderia integrar-se estudando ou ensinando num curso on-line. (http://moodle.org)

Esse software tem uma proposta bastante diferenciada: ?aprender em colaboração? no ambiente on-line, baseando-se na pedagogia sócio construtivista, a qual, como nos explica Martin Dougiamas ? que desenvolveu o projeto e o lidera até hoje ?, ?não só trata a aprendizagem como uma atividade social, mas focaliza a atenção na aprendizagem que acontece enquanto construímos ativamente artefatos (como textos, por exemplo), para que outros vejam ou utilizem?.

Por ser um projeto ?Open Source? (sob as condições GNU-?General Public License?) ou seja: aberto, livre e gratuito, ele pode ser carregado, utilizado, modificado e até distribuído. Isso faz com que seus usuários também sejam seus ?construtores?, pois, enquanto o utilizamos, contribuímos também para sua constante melhoria. O Moodle está sendo aperfeiçoado a cada dia e é sempre possível receber novos módulos com funções que atendam ainda mais os diversos tipos de usuários. Há possibilidades de aplicação em diferentes práticas pedagógicas.

Utilizar o Moodle não é uma tarefa difícil. Aliás, essa também é uma preocupação de Dougiamas que afirma ser fundamental ?que esta plataforma seja fácil de usar ? de fato, deveria ser tão intuitiva quanto possível?.

Muitas Universidades e Escolas já utilizam o Moodle, não só para cursos totalmente virtuais, mas também como apoio aos presenciais. Também é indicado para outros tipos de atividades que envolvem formação de grupos de estudo, treinamento de professores e até desenvolvimento de projetos. Existem outros setores, não ligados diretamente à educação, que utilizam o Moodle como, por exemplo, empresas privadas, ONGs e grupos independentes que interagem na Internet.


Leia artigo completo:
Redemoinhos - Informativo da Cidade do Conhecimento - USP
ano V ? nº 3 ? maio de 2005
http://cidade.usp.br/redemoinhos/?2005-03/ferramental

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Dicas sobre Netiquetas

Netiqueta

Dez Dicas para usar seu e-mail com elegância e eficácia
Deste conjunto de normas de conduta online, podemos destacar algumas:
Evitar enviar mensagens EXCLUSIVAMENTE EM MAIÚSCULAS ou grifos exagerados ou em HTML. Se bem empregadas, as maiúsculas podem ajudar a destacar, mas em excesso, a prática é compreendida como se você estivesse gritando, podendo causar irritação ou fazer com que o interlocutor se sinta ofendido. HTML aumenta substancialmente o tamanho das mensagens, o que impacta desnecessariamente o uso da largura de banda nos servidores.
De maneira geral, procure não usar recursos de edição de texto, como cores, tamanho da fonte, tags especiais, etc, em excesso. Use-os, como explicado no item acima, para destacar palavras e expressões importantes, nunca para dar destaque injustificado à mensagem como um todo (mesmo que sua mensagem possua apenas três palavras).
Respeite para ser respeitado e trate os outros como você gostaria de ser tratado.
Lembre-se que dialogar com alguém através do computador, não faz com que você seja imune às regras comuns da nossa sociedade, por exemplo, o respeito para com o próximo. Mesmo que por intermédio de uma máquina, você está conversando com uma pessoa, assim como você. Não diga a essa pessoa o que você não gostaria de ouvir.
Use sempre a força das idéias e dos argumentos. Nunca responda com palavrões, mesmo que usem de grosseria contra você. Afinal, pessoas inteligentes privilegiam os argumentos contra a falta deles.
Apesar de compartilhar apenas virtualmente um ambiente, ninguém é obrigado a suportar ofensas e má-educação. Caso alguém insista nessas práticas, ignore-o.
Evite enviar mensagens curtas em várias linhas. Além de ser maléfico à rede como um todo, causa bastante irritação. Escreva uma frase completa e envie!
Em fóruns e listas de discussão, procure expressar-se claramente. Explique o problema com o máximo de informação que puder. Tente manter-se no contexto da discussão. Os fóruns são separados por tópicos, procure postar no tópico que mais convier à sua pergunta. Evite sempre mensagens do estilo "Me ajudem por favor!", "Ajuda aqui!", "Vou jogar essa coisa fora" ou frases similares.
Caso escreva um texto muito longo, deixe uma linha em branco em algumas partes do texto, paragrafando-o. Dessa maneira, o texto ficará mais organizado e fácil de ler.
Dependendo do destinatário de seu texto, evitar o uso de acrônimos e do internetês, ou, pelo menos, reduzir a utilização deles. Preste atenção no que você escreve, é possível que, em alguns dias, nem você mesmo saiba o que havia escrito.
Ninguém é obrigado a usar a norma culta, mas use um mínimo de pontuação. Ler um texto sem pontuação, principalmente quando ele é grande, gera desconforto, e, além disso, as chances dele ser mal interpretado são muitas.
Quando você estiver perguntando, provavelmente é porque precisa de ajuda em algo, então aja como tal. Evite ser arrogante ou inconveniente.
Não copie textos de sites ou qualquer outra fonte que não permita tais cópias e sempre, mesmo com autorização de cópia, cite as fontes quando utilizá-las.
Enquanto estiver numa conversa em programas de mensagem instantânea, nunca corte (interrompa) o assunto tratado pela outra pessoa, isso é extremamente desagradável. Se a pessoa enviar uma mensagem e você enviar outra completamente diferente, ela ficará sem saber se você leu ou ignorou a mensagem que ela enviou. Pelo menos escreva algo para confirmar que leu a mensagem.
Ainda sobre conversas em programas de mensagem instantânea, evite ao máximo usar emoticons de letras, palavras e coisas do gênero, isso torna a leitura das mensagens muito difícil e confusa, devido ao tempo que precisamos esperar pra que esses emoticons sejam carregados e à irregularidade nos tamanhos e cores. Emoticons expressam emoções, e não palavras, procure usá-los fora das mensagens escritas.
Há messengers que possuem a funcionalidade de se auto-determinar um status ou estado como away, ou ausente. Procure usar esta ferramenta, enquanto você estiver online mas fora do computador, para evitar que seus contatos conversem com você e tenham que aguardar horas pela sua resposta.
Não envie uma mensagem supondo que a outra pessoa a entenda da forma como você a escreveu, pode ser que ela entenda de forma diferente. Uma mensagem escrita nunca ficará tão clara quanto um conjunto de palavras faladas. Procure ser o mais claro possível pra não gerar nenhuma confusão.
Ao encaminhar um e-mail que recebeu, por exemplo, os típicos e-mails humorísticos que percorrem grupos sociais diversos através de divulgação por listas de contatos gigantes, remova os e-mails presentes, das outras pessoas. Procure escrever os seus destinatários no campo "BCC" ou "CCO" em vez do campo "Para". Este campo esconde os endereços dos destinatários. Todos irão receber, mas ninguém além de você saberá quem mais recebeu a sua mensagem. Ao não fazer o recomendado acima, você está contribuindo para o spam com e-mails dos seus próprios conhecidos. Os endereços de e-mail acumulados serão "pescados" quer por parte dos destinatários quer por empresas especificas existentes na Net cuja função é acumular contatos de e-mail para envio de propaganda não solicitada ou phishing.
Antes de fazer uma pergunta pense na possibilidade de que sua dúvida já tenha sido solucionada por alguém, procure em fóruns e até mesmo em sites de busca como o google, caso não encontre, poste suas mensagens que sempre haverá algum usuário na internet para te ajudar. Mas não espere que a resposta seja imediata, as pessoas estão dispostas a ajudar, mas elas tem responsabilidades e tarefas a cumprir no dia a dia, ficando o acesso aos fóruns e comunidades, em segundo plano. Seja paciente.
Post-ups (ato de postar em um determinado tópico com o intuito de fazer ele ser levado ao topo da lista de tópicos) geralmente são feitos para destacar injustificadamente tópicos em fóruns e comunidades virtuais. Procure evitar essa prática, é extremamente injusto fazer post-ups, pois faz com que os demais tópicos sejam levados cada vez mais pra baixo na lista de tópicos, diminuindo a probabilidade de resposta a eles. Não seja egoísta. Aguarde a resposta às suas perguntas como todos os usuários de sua comunidade virtual ou fórum: Sendo paciente.
Se você estiver do outro lado, ou seja, respondendo as dúvidas dos usuários, seja humilde e só responda às dúvidas se realmente estiver afim de ajudar. Respostas como "www.google.com.br", "procura na net" ou "larga de ser preguiçoso" não ajudam em nada. Procure responder acrescentando algo útil, que possa enriquecer o conhecimento coletivo.


Use emoticons
Para se sair bem como netizen, não basta seguir a etiqueta. Visto que muitas vezes é difícil expressar emoções, intenções ou tom somente com texto, os primeiros usuários da Internet inventaram os emoticons, que são expressões faciais virtuais compostas de caracteres básicos do teclado, como os dois-pontos e o parêntese direito (lembre-se de girar a cabeça para a esquerda, visto que os emoticons ficam de lado, a 90º!).
Estes são alguns exemplos de emoticons comumente usados:
:-) Feliz ou brincando;-) Piscando:-( Infeliz:- Ambivalente:-o Surpreso ou preocupado:-x Bico calado:-p Mostrando a língua (geralmente de brincadeira)
É fácil e divertido usar emoticons e você pode até criar os seus próprios. :-}

A Comunicação e a Pesquisa em Cibercultura

A Comunicação e a Pesquisa em Cibercultura
Os estudos em cibercultura abragem diversas etapas desse processo de informatização das sociedades . Trata-se, portanto, dos estudos sobre os novos formatos jornalísticos (jornalismo online, rádio online, tv digital, revistas nonline e e-books), as relações comunicacionais (chats, e-mail, listas e fóruns, weblogs, muds, games, troca de arquivos), as práticas sociais e comunicacionais emergentes com a nova cultura informática (cyberpunks, ciberativistas, hackers), as reconfigurações corporais e comunicacionais (cyborgs), o comércio (comércio eletrônico, publicidade e marketing online, gestão da informação), as artes eletrônicas (webarte, música eletrônica, body art), as práticas discursivas interativas (hipertextos), as questões ligadas à cidade e à esfera pública (cibercidades, cibercidadania) além dos estudos em realidade virtual como mídia de comunicação.

Os estudos em cibercultura representam hoje a grande atração da área da Internet em todos os domínios da sociedade e da cultura. Estamos, efetivamente, no começo dessa revolução e os jovens pesquisadores terão diante de si um vasto campo de investigação. Para seguir uma carreira científica nesse campos o jovem pesquisador deve, além dos preceitos básico de qualquer fazer científico (objetividade, neutralidade, empirismo, revisão bibliográfica constante), buscar a imersão, o contato vivo com o meio. Nessa área onde as revoluções acontecem a cada hora, o pesquisador deve saber manusear com destreza as diversas ferramentas e manter um olho ao mesmo tempo apaixonado e crítico. Não devemos sucumbir às maravilhas do mundo tecnológico (a tecnologia deve ser vista como um meio e não um fim último) .

O campo da comunicação é privilegiado para a análise desses fenômenos. Todas as formas sociais, culturais e comunicacionais estão passando por reconfigurações importantes. Não se trata de esquecer o antigo ,mas de compreender as potências e negatividades abertas pelos novos processo tecnológicos.

Os novos pesquisadores devem assim saber ver (a essência mesmo de toda teoria) e não ver tudo com os mesmos olhos. Esse é o grande desafio atual.

Cibercultura - Conceito

Cibercultura
O próprio termo Cibercultura tem vários sentidos. Mas se pode entender por Cibercultura a forma sociocultural que advém de uma relação de trocas entre a sociedade , a cultura e as novas tecnologias de base micro-eletrônicas surgidas na década de 70, graças à convergência das telecomunicações com a informática. A cibercultura é um termo utilizado na definição dos agenciamentos sociais das comunidades no espaço eletrônico virtual.http://pt.wikipedia.org/wiki/cibercultura

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Inserção dos Professores na era Digital

Será mesmo?!?!?!?!

Para atender à demanda da inserção dos professores na era digital, foi lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta sexta-feira, 4, em Brasília, o Programa Computador Portátil para Professor, como parte da política de informatização das escolas brasileiras. Com o programa, os docentes poderão adquirir computadores portáteis a baixo custo — R$ 1 mil — e ter acesso a uma linha facilitada de financiamento. Os equipamentos serão em torno de 35% mais baratos que os disponíveis no mercado atualmente.O ministro da Educação, Fernando Haddad, destaca que é importante cada professor adquirir seu equipamento, já que os 37 milhões de alunos da rede pública de escolas urbanas terão acesso à internet até 2010. Serão 56 mil escolas conectadas. “Com acesso à rede, o professor vai poder atualizar suas práticas pedagógicas, se valendo da tecnologia da informação para ensinar melhor”, explica o ministro. Afirma Haddad .O secretário de Educação a Distância do MEC, Carlos Bielschowsky, explica que em agosto, os professores podem começar a adquirir os computadores. Basta irem às agências dos correios ou dos bancos credenciados, escolher o modelo do equipamento e fazer a inscrição. Eles receberão os computadores em casa. “O objetivo de tudo isso é tornar a escola mais dinâmica, fazendo com que o professor tenha vontade de ensinar e o aluno, de aprender”, destaca

Mapa mental de Cibercultura