terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Benefícios das novas tecnologias na Educação e na EAD


Por Osvaldo Morais


As tecnologias e seu potencial transformador
Que benefícios reais educadores e educandos podem obter a partir da introdução das tecnologias de informação e comunicação?

As novas tecnologias vêm mudando o modo de ser de todos os setores da sociedade, interferindo nos processos econômicos, nas ralações entre pessoas, sociedades, realidades por mais distintas que sejam. Mas seus efeitos parecem se menores na Educação.

As tecnologias são provedoras de informações e conhecimentos, tanto as que se processam de forma natural, pelo convívio, na interação decorrente das comunicações, como a que se faz de maneira sistemática.

Muitos benefícios podemos verificar na Educação, na própria apropriação dos meios tecnológicos, no aperfeiçoamento da aprendizagem do aluno e do professor possibilitando melhorias no rendimento de cada um deles. Para alunos, desmotivados diante da passividade e tradicionalismo da sala de aula, um ambiente informático torna-se motivador e promissor de uma aprendizagem significativa.

As novas tecnologias abrem “janelas” de comunicação com o mundo, formando alunos, atualizando professores, ao mesmo tempo em que a interação entre todos se expande, sai da sala de aula e abrange o país e o mundo. Nesse contexto está a EAD, onde as tecnologias atuam vencendo distâncias entre educadores e educandos e entre eles todos e o conhecimento, a partir de estratégias pedagógicas eficientes.

Convêm salientar que a internet é a estrada de via dupla que a cada dia agiganta-se em possibilidades de comunicação e interação, permitindo melhores meios de construção de conhecimento através de textos, hipertextos, mídias audiovisuais, videoconferência, e o que vier.

O rádio e a TV já educam informalmente à medida que informam, incita, argumenta e abre espaço para discussão. José Manuel Moran diz, com toda propriedade que “a TV não diz que educa, mas por não dizer educa tão bem”. Os audiovisuais são ótimos recursos complementares da educação.

Que desafios e dificuldades surgem com a incorporação das tecnologias à prática educacional?

Não é raro percebermos que nas atividades que envolvem o uso de recursos tecnológicos na Educação muitos alunos demonstram estar mais familiarizados do que o professor. Quando isto acontece o professor sente-se pouco á vontade em parecer que não é o detentor do saber naquele momento, daí muitos preferem abster-se do uso dos recursos tecnológicos por não estar tão seguros do seu uso ou mesmo por não possuir uma proposta pedagógica referente.

Segundo o professor José Manuel Moran: "do ponto de vista metodológico o professor precisa aprender a equilibrar processos de organização e de provocação na sala de aula”.

Muitas máquinas são compradas, mas nem sempre a Escola detêm o conhecimento suficiente.

Normalmente introduzem computadores conectados à internet e esperam apenas com isso os bons frutos, que resolvam os problemas do ensino. É necessário perceber que antes mesmo do uso dos recursos tem que ter a base, o sustentáculo, que é o plano pedagógico, ações e objetivos muito bem estudados e estabelecidos. Para tanto os professores devem ser também bons gestores de seu trabalho, maduros, atualizados e atualizadores.

No concernente às tecnologias na EAD, vemos dificuldades nas seguintes situações: quando o aluno não é suficientemente organizado para gerir seu aprendizado, deixando de ter autonomia em sua própria vida, e daí advém a desmotivação e a evasão. Isso também acontece com o ensino presencial, mas na EAD é preciso um trabalho maior para encurtar essa distância.

Cabe ao professor e demais profissionais buscar programas de formação continuada, percebendo que estamos diante de um novo paradigma, unindo a sala de aula ao mundo tecnológico que nos espera e nos exige ainda mais a cada novo recurso ou ferramenta que surge. Ou seja, unir verdadeiramente a novas tecnologias e o saber fazer e colher o melhor de cada uma delas aos aspectos da educação.

EAD - [Re]Construção, Motivação e Manutenção


EAD - [Re]Construção, Motivação e Manutenção

(Autoria: SÔNIA MOURA)



Após absorvermos considerações teóricas sobre os elementos articuladores - [Re]Construção, Motivação e Manutenção –por meio de pesquisas, de práticas de ensino e de diversos usos que se pode fazer com estes três elementos basilares da educação, esperamos encontrar formas de buscarmos caminhos que levem ao entendimento e ao esclarecimento de como o ensino pode ser transmitido e quais obstáculos deverão ser transpostos, para alcançarmos os principais objetivos do processo ensino-aprendizagem.



Alojadas no bojo das conceituações teóricas, as questões em destaque nos incitam a enxergar melhor as práticas pedagógicas e apontam para matrizes conceituais por onde estas práticas circulam e, deste modo, promovem ligaduras indissolúveis entre o universo ensino – aprendizagem e entre aqueles que neste campo transitam.



Por isto, consideramos importante a investigação de projeções teóricas sobre práticas educacionais, uma vez que é impossível ignorar-se o entroncamento entre estes três pilares: [Re]Construção, Motivação e Manutenção, em relação às estratégias adotadas para o bom desenvolvimento do ensino, aqui especialmente voltadas para o ensino a distância (EAD).



Muitas vezes consideradas díspares, teoria e prática fomentam conflitos e consensos, isto ocorre pelo distanciamento criado entre ambas, por meio de realidades factuais que acabam por se transformar em realidades ficcionais em nosso sistema de ensino e também no âmbito sócio-profissional, onde raízes profundas de paradigmas antiquados, insistem em permanecer.



É o estudo da correlação entre teoria e prática, que nos permitirá certamente, entender melhor a possível efetivação dialogal entre a teoria e a prática, uma vez que, pela abordagem do ensino a distância, como método desafiador, assim, possivelmente barreiras deverão ser derrubadas por nós, seja no papel de alunos ou de tutores.



Ao defender a proposta de que a educação deve ser permanente e integradora, Bertrand Schwartz assim a define “a integração de atos educativos num verdadeiro ‘continuum’ no tempo e no espaço, pela conjugação de um conjunto de meios (institucionais, materiais, humanos) que tornam essa integração possível.” . A integração de que nos fala Schwartz refere-se a todos os modos e meios por intermédio dos quais a educação e/ou o ensino podem realizar-se.



Partindo-se de conceitos como este, verifica-se que o ensino a distância é um grande partícipe na educação permanente e continuada, uma vez que sua estrutura funcional permite flexibilidades e a autoformação supervisionada, entre outros, portanto o ensino a distância mostra ser um caminho seguro para aqueles que desejam manter-se atualizados e ambicionem desenvolver novas potencialidades, provendo necessidades da atualização contínua de conhecimentos no campo social e profissional.



(Trabalho apresentado à Fundação Getúlio Vargas)

Osvaldo Morais - As potencialidades da EAD na Educação

Por Osvaldo Morais

São muitas as possibilidades de a EAD minimizar nossos problemas educacionais, na medida em que novos meios e mecanismos poderão ser criados para fazer chegar o conhecimento seguido de práticas transformadoras à sociedade, principalmente à parte mais excluída, quer seja por dificuldade econômicas, quer seja pela distância.

As novas tecnologias são as ferramentas desse nosso tempo, portanto necessitamos estar antenados com elas. Até mais do que isso: precisamos usá-las para que possamos extrair melhores proveitos para nossa evolução profissional e humanitária (quando podemos crescer como pessoas), e não tão somente usando-as para provocar ainda mais a exclusão social. Mas parece-nos contraditório as novas tecnologias e a EAD aparecerem como instrumentos de democratização do conhecimento e da educação se muitos ainda hoje estão sem o devido acesso. Percebo que sempre houve essa dualidade posse/poder, mas também percebo que à medida que o tempo e o mundo avançam as possibilidades também avançam em todos os sentidos...

No caso do Brasil, em particular, é geograficamente um dos maiores países do mundo, mas a maior barreira geográfica está na que separa o "território" dos que dispõe de acesso ao topo na educação, como a cursos de medicina, direito, engenharia, etc., sendo estas, pessoas oriundas das classes mais abastadas... dos que lutam nos dissabores da educação pública e dos que não têm acesso a educação nenhuma. Nesse caso a EAD pode e deve ser empregada para vencer essas barreiras, das distâncias e da falta de oportunidades, àqueles que não puderam nem podem chegar ao ensino regular. Outra deficiência que a EAD pode ajudar a minimizar á na qualidade do ensino público brasileiro, funcionando como um complemento deste, eu mesmo como uma forma de atualização constante de dicentes e docentes.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Histórico da EAD


Histórico da Educação a Distância

Moore e Kearsley (1996, p.1) afirmam que o conceito fundamental da Educação
a Distância é simples: alunos e professores estão separados pela distância e algumas vezes também pelo tempo. Partindo desta premissa, pode-se afirmar que a ED está vinculada à mídia, ao meio de comunicação.

A primeira alternativa que permitiu as pessoas comunicarem-se sem estarem face a face foi a escrita. Devido a isto Landim (1997) sugere que as mensagens trocadas pelos cristãos para difundir a palavra de Deus são a origem da comunicação educativa, por intermédio da escrita, com o objetivo de propiciar aprendizagem a discípulos fisicamente.

Alves (1994, p.9) compartilha em parte da opinião de Landim, ao defender a tese que a Educação a Distância iniciou com a invenção da imprensa, porque antes de Guttenberg "os livros, copiados manualmente, eram caríssimos e portanto inacessíveis à plebe, razão pela qual os mestres eram tratados como integrantes da Corte. Detinham o conhecimento, ou melhor, os documentos escritos, que eram desde o século V a.C. feitos pelos escribas."

Dentro da evolução da comunicação baseada na escrita, outro marco importante foi a criação em 1840, na Inglaterra, do Penny Post, (Moore e Kearsley, 1996, p.21 e Mattelart 1994, p. 21) que entregava correspondência, independente da distância, ao custo de 1 penny, o equivalente a 10 centavos. Embora Landim (1997, p. 2) mencione um anúncio da Gazeta de Boston de 1728 que oferecia material para ensino e tutoria por correspondência e Alves (1994, p.9) considere como a primeira experiência de ED um curso de contabilidade na Suécia em 1833. Moore e Kearsley (1996, p. 20) destacam que o estudo em casa se tornou interativo com o desenvolvimento de serviços de correio baratos e confiáveis que permitiam aos alunos se corresponder com seus instrutores.

A partir desta estrutura - barateamento de material impresso e dos correios - cada vez mais cursos foram surgindo no mundo inteiro, sendo que Moore e Kearsley (1996, p. 20) destacam um novo momento importante, quando "a respeitabilidade da academia na formatação de cursos por correspondência foi formalmente reconhecida quando o estado de Nova Iorque autorizou o Chatauqua Institute em 1883 a conferir diplomas através deste método".

Alves (1994, p. 10) menciona a Illinois Wesleyan University como a primeira Universidade Aberta no mundo, tendo iniciado em 1874 cursos por correspondência. Landim (1997, p. 2) considera que a "primeira instituição a fornecer cursos por correspondência foi a Sociedade de Línguas Modernas, em Berlim, que em 1856 iniciou cursos de francês por correspondência".

Em 1938, na cidade de Vitória, no Canadá realizou-se a Primeira Conferência Internacional sobre Educação por Correspondência (Landim ,1997) e mais e mais países foram adotando a ED, África do Sul e Canadá, em 1946; Japão, em 1951; Bélgica, em 1959; Índia, em 1962; França, em 1963, Espanha, em 1968; Inglaterra, em 1969; Venezuela e Costa Rica, em 1977. Alves (1994) afirma que existe, nos dias de hoje, ED em praticamente quase todo o mundo, tanto em nações industrializadas, como também em países em desenvolvimento.
Mesmo que possa haver divergências quanto à primeira instituição e ao primeiro curso a distância, a bibliografia é unânime quanto à importância da Open University da Inglaterra, criada em 1969 como um marco e um modelo de sucesso, que tem atuação destacada até hoje (Alves, 1994; Moore e Kearsley, 1996, Landim, 1997, Nunes, 1992, Holmberg, 1981, Preti, 1996). A novidade, segundo Alves (1994 p.32) foi o "uso integrado de material impresso, rádio e Televisão (através de um acordo com a BBC) e de contato pessoal, através de centros de atendimento espalhados no país, o fato dos alunos não necessitarem apresentar certificado de formação escolar anterior (ter 21 anos é suficiente para ingressar na universidade) e o alto nível dos cursos".

A evolução da ED mencionada por Moore e Kearsley (1996), identifica a existência de 3 gerações:
Tabela 2: As gerações de ensino a distância
Geração Início Características
1a. até 1970 Estudo por correspondência, no qual o principal meio de comunicação eram materiais impressos, geralmente um guia de estudo, com tarefas ou outros exercícios enviados pelo correio.
2a. 1970 Surgem as primeiras Universidades Abertas, com design e implementação sistematizadas de cursos a distância, utilizando, além do material impresso, transmissões por televisão aberta, rádio e fitas de áudio e vídeo, com interação por telefone, satélite e TV a cabo.
3a. 1990 Esta geração é baseada em redes de conferência por computador e estações de trabalho multimídia.

Sendo que não há necessariamente a substituição de uma alternativa pela outra,
o que acontece é que as novas alternativas vão incorporando e ajustando as anteriores e criando um novo modelo. Moore e Kearsley (1996, p. 19) mencionam que um grande percentual de cursos a distância ainda são conduzidos por correspondência.

A terceira geração de cursos a distância está diretamente ligada ao uso do computador pessoal e da Internet, que viabiliza "mecanismos para os estudantes se comunicarem de forma síncrona (salas de chat) e assíncrona (grupos de discussão por e-mail e net meetings), segundo McIsaac e Ralston, (1997).
Esta tecnologia viabiliza o tipo de interação social entre alunos e professores que supera a "distância social" bem como a "distância geográfica".
Rosângela Schwarz Rodrigues
Trechos de dissertação de mestrado
Florianópolis, maio de 1998
Universidade Federal de Santa Catarina
Texto integral

A grafia popularizada pela internet

A grafia popularizada pela internet vai além das abreviações e consolida estilo informal e afetivo da comunicação escrita. Como lidar com estas mudanças em nossas interações na Educação a Distância?

Desde que a internet começou a popularizar-se, em meados dos anos 90, muita coisa mudou nos hábitos de escrita e comunicação no mundo todo. Primeiro surgiu o e-mail, depois vieram as salas de bate-papo e os comunicadores instantâneos (como ICQ e MSN) e, finalmente, os blogs e as redes sociais (Orkut, Facebook etc.), hoje tão populares entre os adolescentes quanto diários e papéis de carta um dia já foram. Em meio a essas mudanças, com o advento de novos recursos Leia mais »

http://www.educacaoadistancia.blog.br/

segunda-feira, 2 de março de 2009

Ambientes Colaborativos de Aprendizagem

Ambientes Colaborativos de Aprendizagem - Presentation Transcript
“Vencendo os Paradigmas da Distância” FUNDAMENTOS FUNDAMENTOS DE DE EAD EAD 1ª Unidade - Lição 02 “Ambientes Colaborativos de Aprendizagem” Tarso Regis Petrilio Lima Centro de Educação a Distância - Cead ETB
Implantação da EAD A implantação de cursos na modalidade a distância subsidiados pelas TIC’s necessitam de: um Ambiente Virtual de Aprendizagem; um material didático de qualidade; o uso de uma metodologia de ensino apropriada. Tarso Regis Petrilio Lima Centro de Educação a Distância - Cead ETB
Ambientes Virtuais de Aprendizagem 1- 3 Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) - é um ambiente para a criação e administração de cursos via rede. É um novo espaço de ensino e aprendizagem que possibilita o diálogo de forma síncrona ou assíncrona entre os alunos, entre o aluno e o professor / tutor ou entre o aluno e o ambiente. Síncrona - é a comunicação que se dá em tempo real, simultaneamente. Assíncrona - é aquela que não é feita em tempo real, ou seja, existe um tempo entre mandar a mensagem e receber a resposta. Tarso Regis Petrilio Lima Centro de Educação a Distância - Cead ETB
Ambiente Virtual de Aprendizagem 2- 3 Um Ambiente Virtual de Aprendizagem permite o seguinte: controlar o acesso de alunos ao curso, onde se encontra conteúdo, recursos interativos e de avaliação; controlar a liberação do conteúdo para o aluno: links para web-site’s, material impresso, vídeo, áudio, animações, glossário de termos etc...; acessar as ferramentas de interatividade, como fóruns, enquetes e chat’s, integrando o gerenciamento de cada uma delas ao sistema de controle dos alunos inscritos no curso; Tarso Regis Petrilio Lima Centro de Educação a Distância - Cead ETB
Ambiente Virtual de Aprendizagem 3- 3  trabalhar com as ferramentas de avaliação, como exercícios avaliados, com correção automática, coleta de trabalhos repassados aos alunos, gerenciamento de redação de alunos, etc... monitorar as atividades realizadas pelos alunos: participação nas atividades interativas, visitas ao conteúdo, entrega de trabalhos, etc...; gerenciar a divisão da turma em grupos, para atividades coletivas entre os alunos. Para EAD estão disponíveis muitos Ambientes Virtuais de Aprendizagem, tais como: Teleduc, AulaNet, eProinfo, Amem, Rooda,Tidia-Ae, Moodle,... Tarso Regis Petrilio Lima Centro de Educação a Distância - Cead ETB
Ambientes Virtuais de Aprendizagem - TELEDUC TELEDUC - é um ambiente para cursos a distância via Internet. É um software livre que pode ser distribuído e/ou modificado sob os termos da GNU (General Public License) publicada pela Free Software Foundation. O TelEduc foi desenvolvido pelo NIED – Núcleo de Informática Aplicada à Educação do Instituto de Computação da Unicamp Universidade Estadual de Campinas - São Paulo Acesso  http://teleduc.nied.unicamp.br/teleduc Tarso Regis Petrilio Lima Centro de Educação a Distância - Cead ETB
Ambientes Virtuais de Aprendizagem - AulaNet AulaNet - é um ambiente virtual de aprendizagem, criado no Laboratório de Engenharia de Software – LES - do Dept. de Informática da PUC-Rio, para administração, criação, manutenção e participação em cursos à distância. O AulaNet oferece aos educadores recursos avançados na criação dos conteúdos aplicados ao ensino via Internet. Acesso http://www.eduweb.com.br/portugues/ Tarso Regis Petrilio Lima Centro de Educação a Distância - Cead ETB
Ambientes Virtuais de Aprendizagem - eProinfo eProInfo – é um ambiente virtual de aprendizagem. É um software público, desenvolvido pela Secretaria de Educação a Distância - SEED do Ministério da Educação - MEC e licenciado por meio da GPL-GNU, Licença Pública Geral. O Ambiente e-ProInfo é usado para cursos de Formação Continuada de Multiplicadores a Distância. Acesso http://cursoead.proinfo.mec.gov.br Tarso Regis Petrilio Lima Centro de Educação a Distância - Cead ETB
Ambientes Virtuais de Aprendizagem - AMEM AMEM – Ambiente Multimídia de Ensino mediado por tecnologias da UFSM oferece as ferramentas básicas de um ambiente de aprendizagem que permite o compartilhamento de informações. O Amem é um ambiente multimídia para educação presencial, semi-presencial e à distância em uma arquitetura cliente-servidor e multicamadas, baseado na Web. Acesso http://amem-ead.ce.ufsm.br Tarso Regis Petrilio Lima Centro de Educação a Distância - Cead ETB
Ambientes Virtuais de Aprendizagem – A4 A4 - Ambiente de Aprendizagem Adaptado para Algoritmos é um ambiente hipermídia, interativo que utiliza a Estratégia Ascendente de Resolução de Problemas, para exibir o conteúdo necessário para o desenvolvimento de algoritmos, sugerindo ações pedagógicas para o ensino dessa disciplina. O A4 permite que o professor cadastre sua disciplina e matricule seus alunos. Acesso http://amem-ead.ce.ufsm.br/a4 Tarso Regis Petrilio Lima Centro de Educação a Distância - Cead ETB
Ambientes Virtuais de Aprendizagem – LearningSpace LearningSpace – é um ambiente criado para a área comercial, com o objetivo de automatizar empresas suprimindo o papel e agilizando o processo administrativo. Seu uso foi estendido para a administração de cursos a distância intermediados pela web.O LearningSpace possui muitos recursos para EAD possibilitando a cooperação entre os envolvidos. Acesso http://www-306.ibm.com/software/lotus Tarso Regis Petrilio Lima Centro de Educação a Distância - Cead ETB
Ambientes Virtuais de Aprendizagem – WebCT WebCT - é um ambiente com os recursos para suportar a administração de cursos a distância mediados pelas tecnologias digitais. WebCT é um sistema e-learning para instituições educacionais. É usado em escolas e universidades de mais de 70 países. Possui plug-ins para diferentes línguas.Possui as ferramentas essenciais para dar suporte à modalidade de EAD. Acesso http://www.webct.com Tarso Regis Petrilio Lima Centro de Educação a Distância - Cead ETB
Ambientes Virtuais de Aprendizagem – LearnLoop LearnLoop - é um ambiente que fornece os recursos de comunicação e interação pela Internet para suportar a modalidade de EAD. Possui as ferramentas para subsidiar o trabalho cooperativo.Usado em todos os níveis educacionais. Acesso http://www.learnloop.com Tarso Regis Petrilio Lima Centro de Educação a Distância - Cead ETB
Ambientes Virtuais de Aprendizagem – Gestum Gestum - é uma empresa que desenvolve soluções de e- learning, com várias metodologias e ferramentas para o desenvolvimento de conteúdos para treinamento via web. Acesso http://www.gestum.com.br/ Tarso Regis Petrilio Lima Centro de Educação a Distância - Cead ETB
Ambientes Virtuais de Aprendizagem – TIDIA-Ae TIDIA-Ae -Tecnologia da Informação para o Desenvolvimento da Internet Avançada - Aprendizagem Eletrônica - é um ambiente com ferramentas que suportam o Aprendizado Eletrônico (AE). Disponibiliza recursos para a criação cooperativa de conteúdos digitais abertos, de interesse acadêmico, tecnológico ou social. Acesso http://new.tidia-ae.usp.br/tidia-ae/Login.jsp Tarso Regis Petrilio Lima Centro de Educação a Distância - Cead ETB
Ambientes Virtuais de Aprendizagem - MOODLE MOODLE - é um ambiente virtual de aprendizagem (LMS – Learning Management System) de código aberto, livre e gratuito. O Moodle mantêm-se em desenvolvimento por uma comunidade que abrange professores, pesquisadores, administradores de sistema, designers instrucionais e, principalmente, programadores. O Moodle é usado em Universidades e em escolas de vários níveis. Acesso http://www.moodle.org.br Tarso Regis Petrilio Lima Centro de Educação a Distância - Cead ETB
Estado da arte em ambientes virtuais 1- 2 O estado da arte em termos de AVA são os ambiente virtuais de aprendizagem tridimensionais. Algumas universidades brasileiras já usam o Second Life (http://secondlife.com/), que se constitui em uma ferramenta de ensino e aprendizagem em 3D.... O Second Life simula aspectos da vida real em um mundo virtual em 3 dimensões, onde os limites de interação vão além da sua criatividade. É possível interagir com jogadores de todo o mundo em tempo real, criar seus próprios objetos, negócios e até personalizar seu avatar, tudo em modelagem 3D. Foi desenvolvido em 2003 e é mantido pela empresa Liden Lab. Tarso Regis Petrilio Lima Centro de Educação a Distância - Cead ETB
Estado da arte em ambientes virtuais 2- 2 Para ter acesso ao Second Life Brasil é preciso se conectar e criar uma conta com usuário e senha, que pode ser paga ou gratuita. Ela pode ser feita no próprio site do Second Life Brasil. Tarso Regis Petrilio Lima Centro de Educação a Distância - Cead ETB
Ambiente MOODLE: tipos de usuários 1- 2 Auxilia o administrador mestre. Aluno matriculado Só acompanha o curso, sem participar. Administra todo o ambiente. Professor que cria cursos Professor que edita o conteúdo Professor que administra as rotinas de tutoria Tarso Regis Petrilio Lima 10 Centro de Educação a Distância - Cead ETB
Ambiente MOODLE: tipos de usuários 2- 2 Os Administradores Mestre e Auxiliar podem fazer tudo em todos os cursos. Aluno matriculado - interage com o ambiente, tem acesso ao conteúdo e ferramentas. Pode contar com o apoio dos tutores e professores. Visitante - tem privilégios mínimos e não pode publicar textos. Professor Autor – pode criar novos cursos e atuar como professor. Professor Editor – responsável pela criação de material didático de um curso. Professor Tutor - pode interagir, avaliar e modificar as atividades. Tarso Regis Petrilio Lima Centro de Educação a Distância - Cead ETB
Atividades 1- 2 Existem hoje inúmeros Ambientes Integrados que reúnem uma série de recursos para criação, estruturação e suporte de curso na modalidade a distância. Analise comparativa Para facilitar a análise dos ambientes estudados, foi organizado um Quadro Comparativo entre ambientes para Educação a Distância. Este quadro reúne os principais recursos de cada ambiente e permite, assim, a identificação dos componentes essenciais que deveriam estar presentes em um ambiente, que atendesse aos pressupostos do processo de ensino e de aprendizagem segundo uma perspectiva construtivista. Tarso Regis Petrilio Lima Centro de Educação a Distância - Cead ETB
Atividades 2- 2 Baseando-se nesta análise faça uma pesquisa sobre a ferramenta MOODLE e acrescente a mesma no Quadro Comparativo. Participe do fórum “Desenvolvendo cursos on- line utilizando MOODLE” e divida com seus colegas o que aprendeu. FIM! Tarso Regis Petrilio Lima Centro de Educação a Distância - Cead ETB

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Regulamentação da EAD no Brasil



Reportar erros PDF Imprimir E-mail No Brasil, as bases legais para a modalidade de educação a distância foram estabelecidas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996), que foi regulamentada pelo Decreto n.º 5.622, publicado no D.O.U. de 20/12/05 (que revogou o Decreto n.º 2.494, de 10 de fevereiro de 1998, e o Decreto n.º 2.561, de 27 de abril de 1998) com normatização definida na Portaria Ministerial n.º 4.361, de 2004 (que revogou a Portaria Ministerial n.º 301, de 07 de abril de 1998 ).

Em 3 de abril de 2001, a Resolução n.º 1, do Conselho Nacional de Educação estabeleceu as normas para a pós graduação lato e stricto sensu.

A. EDUCAÇÃO BÁSICA na modalidade de Educação a Distância:

De acordo com o Art. 30º do Decreto n.º 5.622/05, "As instituições credenciadas para a oferta de educação a distância poderão solicitar autorização, junto aos órgãos normativos dos respectivos sistemas de ensino, para oferecer os ensinos fundamental e médio a distância, conforme § 4o do art. 32 da Lei no 9.394, de 1996, exclusivamente para:

I - a complementação de aprendizagem; ou

II - em situações emergenciais.

Para oferta de cursos a distância dirigidos à educação fundamental de jovens e adultos, ensino médio e educação profissional de nível técnico, o Decreto n.º 5.622/05 delegou competência às autoridades integrantes dos sistemas de ensino de que trata o artigo 8º da LDB, para promover os atos de credenciamento de instituições localizadas no âmbito de suas respectivas atribuições.

Assim, as propostas de cursos nesses níveis deverão ser encaminhadas ao órgão do sistema municipal ou estadual responsável pelo credenciamento de instituições e autorização de cursos (Conselhos Estaduais de Educação) – a menos que se trate de instituição vinculada ao sistema federal de ensino, quando, então, o credenciamento deverá ser feito pelo Ministério da Educação.

B. EDUCAÇÃO SUPERIOR e EDUCAÇÃO PROFISSIONAL na modalidade de Educação a Distância:

No caso da oferta de cursos de graduação e educação profissional em nível tecnológico, a instituição interessada deve credenciar-se junto ao Ministério da Educação, solicitando, para isto, a autorização de funcionamento para cada curso que pretenda oferecer. O processo será analisado na Secretaria de Educação Superior, por uma Comissão de Especialistas na área do curso em questão e por especialistas em educação a distância. O Parecer dessa Comissão será encaminhado ao Conselho Nacional de Educação. O trâmite, portanto, é o mesmo aplicável aos cursos presenciais. A qualidade do projeto da instituição será o foco principal da análise. Para orientar a elaboração de um projeto de curso de graduação a distância, a Secretaria de Educação a Distância elaborou o documento Indicadores de qualidade para cursos de graduação a distância, disponível no site do Ministério para consulta. As bases legais são as indicadas no primeiro parágrafo deste texto.

C. Pós-graduação a distância

A possibilidade de cursos de mestrado, doutorado e especialização a distância foi disciplinada pelo Capítulo V do Decreto n.º 5.622/05 e pela Resolução nº 01, da Câmara de Ensino Superior-CES, do Conselho Nacional de Educação-CNE, em 3 de abril de 2001.

O artigo 24 do Decreto n.º 5.622/05, tendo em vista o disposto no § 1º do artigo 80 da Lei nº 9.394, de 1996, determina que os cursos de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) a distância serão oferecidos exclusivamente por instituições credenciadas para tal fim pela União e obedecem às exigências de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento estabelecidos no referido Decreto.

No artigo 11, a Resolução nº 1, de 2001, também conforme o disposto no § 1º do art. 80 da Lei nº 9.394/96, de 1996, estabelece que os cursos de pós-graduação lato sensu a distância só poderão ser oferecidos por instituições credenciadas pela União.

Os cursos de pós-graduação lato sensu oferecidos a distância deverão incluir, necessariamente, provas presenciais e defesa presencial de monografia ou trabalho de conclusão de curso”.

D. Diplomas e certificados de cursos a distância emitidos por instituições estrangeiras

Conforme o Art. 6º do Dec. 5.622/05, os convênios e os acordos de cooperação celebrados para fins de oferta de cursos ou programas a distância entre instituições de ensino brasileiras, devidamente credenciadas, e suas similares estrangeiras, deverão ser previamente submetidos à análise e homologação pelo órgão normativo do respectivo sistema de ensino, para que os diplomas e certificados emitidos tenham validade nacional.

A Resolução CES/CNE 01, de 3 de abril de 2001, relativa a cursos de pós-graduação, dispõe, no artigo 4º, que “os diplomas de conclusão de cursos de pós-graduação stricto sensu obtidos de instituições de ensino superior estrangeiras, para terem validade nacional, devem ser reconhecidos e registrados por universidades brasileiras que possuam cursos de pós-graduação reconhecidos e avaliados na mesma área de conhecimento e em nível equivalente ou superior ou em área afim.

Vale ressaltar que a Resolução CES/CNE nº 2, de 3 de abril de 2001, determina no caput do artigo 1º, que “os cursos de pós-graduação stricto sensu oferecidos no Brasil por instituições estrangeiras, diretamente ou mediante convênio com instituições nacionais, deverão imediatamente cessar o processo de admissão de novos alunos”.

Estabelece, ainda, que essas instituições estrangeiras deverão, no prazo de 90 (noventa) dias, a contar da data de homologação da Resolução, encaminhar à Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES a relação dos diplomados nesses cursos, bem como dos alunos matriculados, com a previsão do prazo de conclusão. Os diplomados nos referidos cursos “deverão encaminhar documentação necessária para o processo de reconhecimento por intermédio da CAPES

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Dicas

Algumas dicas para você tirar vantagem de todo o potencial que um curso a distância pode lhe oferecer.

DICAS PARA ALUNOS
1 - Estude num momento tranquilo:
Quem já teve sucesso fazendo um curso a distância concorda que o compromisso com a agenda de estudos é um dos pontos cruciais. É importante saber evitar interrupções com e-mails, navegação desnecessária na Internet e telefones. Tente reservar para seu tempo de estudo, aqueles momentos quando ninguém irá perturbá-lo. Leve a sério este momento.
2 - Se você estiver estudando no seu ambiente de trabalho, avise seus colegas para que não lhe interrompam. Como você não está em uma sala de aulas e se encontra no seu local de trabalho, é imprescindível que você comunique seu gerente e colegas para que respeitem seu tempo de estudos e entendam o porquê de você não estar disponível.
3 - Se seu curso usa áudio como material de apoio, considere utilizar fones de ouvido para reduzir o volume, não perturbando assim quem não estiver interessado no assunto.
Se estiver estudando no seu local de trabalho então, nem se fala.
4 - Defina metas reais para seus estudos. Reserve um tempo para definir suas metas e planeje seu tempo de estudos. Defina metas desafiadoras, mas só se tiver tempo suficiente para estudar o necessário para alcançar seus objetivos.
Converse com seu tutor ou professor, ele certamente terá boas dicas, extraídas da experiência com outros alunos.
5 - Procure ser um participante ativo de chats, encontros presenciais e outras programações coletivas que o curso oferecer. Trocando experiências e idéias você interage com seus colegas e professores ganhando, quase sempre, conhecimentos adicionais que não estão no conteúdo do curso.
Se seu curso não possui um ambiente de chat ou uma comunidade virtual de alunos, procure conhecer outros alunos que já estejam fazendo o curso a mais tempo e tome a iniciativa, troque idéias via e-mail ou telefone sobre aproveitamento do tempo, melhores momentos para estudar, etc... integre-se ao grupo.
6 - Encontre o seu tempo certo de estudos no curso. Como não existem horários rígidos para as aulas no ensino distância, você poderá estudar em qualquer momento do dia, porém se você estudar por longos períodos de tempo, faça paradas a cada 20 ou 30 minutos. O aprendizado mais efetivo acontece nesse período de tempo, fazendo assim, sua mente estará "fresca" para absorver e reter o conhecimento.
7 - Reflita sobre o que você tem aprendido. Nas pausas, ao completar fases ou mesmo no final do curso faça uma análise para verificar o que foi assimilado do conteúdo do seu curso. Tente aplicar os novos conceitos aprendidos no seu dia a dia ou no trabalho. Teste o quão efetivos e valiosos são os seus novos conhecimentos e sempre que precisar retorne para o material de estudos.
8 - Use todos os recursos disponíveis no material de apoio ou na interface gráfica da web, aproveite dicas de leitura adicionais e esteja atento as ferramentas que podem lhe ajudar a fixar os temas estudados como campos para anotações e fóruns de discussão.
9 - Compartilhe o que você têm aprendido. Uma das melhores maneiras de reter o conhecimento adquirido é dividindo esse conhecimento com os outros.

10 - Antes de se inscrever em um curso a distância, procure saber quais os requisitos técnicos que o seu computador precisará ter para um bom aproveitamento do curso (câmera, acesso a Internet com banda larga, microfone, etc). Alguns sistemas de ensino a distância são mais "pesados" que outros, além disso um computador já ultrapassado pode ter dificuldade em rodar programas específicos exigidos pelo curso.
Sabendo dos requisitos técnicos você evitará maiores surpresas e pode evitar ter que investir em uma atualização de hardware fora de hora.
Com a educação a distância o treinamento pode ser mais flexível, personalizado e um curso a distância é perfeito por isso: enquanto você estiver na frente do seu computador você poderá estar na sala de aula, no momento em que desejar.
DICAS PARA PROFESSORES
1 - Use o "E“ de "e-Learning" com moderação.
Chamemos de ensino, de educação, ou talvez não devamos chamar de nada. Apenas façamos. Poucas pessoas dizem que estão tendo uma "experiência de comércio eletrônico" ao comprar um livro pela Internet.

2 - Coloque seus superiores, a direção ou a gerência da sua empresa pra fazer um curso a distância.
Se possível coloque fotos deles engajados nas atividades online dos cursos, em locais onde os outros funcionários verão. Quando os cursos a distância são usados pela cúpula da empresa, sua reputação cresce dramaticamente entre os outros funcionários.

3 - Utilize menos linguagem de sala de aula.
Não "virtualize" a sala de aula! Ao invés disso, crie uma linguagem que seja apropriada ao curso a distância.

4 - Usuários, alunos mais maduros possuem olhos mais fracos.
Use fontes maiores.

5 - Mantenha, se possível, o número de opções na tela sempre inferior a dez.
Três opções parece ser o ideal. Quanto mais opções de resposta o aluno tem para escolher, mais desestimulado a concluir a questão ele fica. Lembre-se que motivação para seguir e frente é tudo o que você quer ver no seu aluno.

6 - Pessoas multitarefa.
Viva com elas. Sempre que eu estou aprendendo, ou mesmo ensinando durante uma sessão online, eu estou fazendo alguma outra coisa ao mesmo tempo, como verificar e-mails, beber um café.

7 - Misture tudo.
Aprendizagem mista é a norma!
Cada experiência de aprendizagem será misturada a outra, será assim, consciente ou inconscientemente.

8 - Um desenvolvimento rápido está acontecendo!
Empresas exigem um desenvolvimento mais rápido, medido em dias em vez de semanas ou meses.

9 - Crie bons modelos.
Dê ao aluno um confortável e intuitivo conjunto de ferramentas de navegação.

10 - Convide, motive, insista...
A Educação a Distância exige mais tempo de incentivo e motivação que o tempo gasto em treinamento.
Obs.: As dicas para os professores foram adaptadas de Elliott Masie’s MASIE Center.

Educação a Distância

A Educação a Distância é a modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem é inovadora e ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, fazendo de maneira apropriada para atender o grande contingente de alunos de forma eficaz e sem riscos de reduzir a qualidade de ensino, estudantes e professores desenvolvem atividades educativas em lugares ou tempos diferentes. Ela não se resume a uma material instrucional com uma seqüência ordenada de conteúdo, de forma que o educando possa assimilá-lo, e sim pela preocupação exclusiva com lógica do conteúdo, acreditando que o material didático bem preparado, assegura o aprendizado de qualquer educando.

Considera-se Educação a Distância, para fins institucionais, tudo o que diz respeito aos processos de ensino e aprendizagem mediados por tecnologia, nos formatos semi-presencial e a distância, no âmbito do ensino, da pesquisa e da extensão.

A educação a distância vem se aprimorando cada vez mais, através de tecnologias que viabilizam mecanismos de comunicação tão eficazes capazes de suprir a distância geográfica entre aluno e professor, utilizando, além do material impresso, transmissões por televisão aberta, rádio e fitas de áudio e vídeo. A Educação a Distância pode ser feita com a mesma qualidade do ensino regular, cabe ao aluno e a seu tutor elevar o nível do curso. O aluno deve estar preparado e motivado a estudar com responsabilidade e goste de estudar com disciplina, pois exige muita interatividade, pois o aprendizado ocorre baseado em troca de informações, através de discussão no Chat, no fórum e com seus tutores e colegas virtuais.

Um ponto interessante é que a educação é contínua ou continuada, pois seu objetivo é sempre aprender, independente do local que esteja associando sempre a teoria com a prática. Facilitando e possibilitando caminhos como:
* Interatividade
* Ensino independente de tempo e lugar
* Minimização de deslocamentos
* Economia de tempo
* Atendimento personalizado
* Aprender no seu próprio ritmo, acelerando o seu estudo ou retornando aos pontos que precisam ser melhor compreendidos, sempre que julgar necessário.
* Gerenciar seu processo de estudar e de aprender, com autonomia e flexibilidade.
Tenho certeza que a qualidade do curso está na preocupação com o aprendizado do aluno, devemos ter uma metodologia minuciosa, pois a escola tem que adaptar o conteúdo e preparar troca de informações e conhecimentos com professores e entre os alunos por meio de fórum e outros recursos.
O EaD não é eficiente para todo mundo, pois o aluno necessita ter a maturidade e compromisso para desenvolver as atividades e chegar até ao final do curso. O professor deve ser um facilitador e motivador da aprendizagem. Para aqueles que necessitam de alguém para estar fazendo mimos, e caprichos, jamais poderá ser um aluno da Educação a Distancia.
A Educação a Distancia não educa, mas sim agrega valores culturais. A vontade de aprender ela tem que emergir, independente de onde e com quem esteja. Essa forma educacional possibilita alcançar um número muito maior de pessoas que por algum motivo estão privadas do direito de estudar.
Em nossa realidade, Escola Técnica de Brasília, temos exemplo de pessoas que muitas vezes iniciam cursos e não conclui por motivos diversos, e um deles é ter que trabalhar para pode se sustentar. E através desse método o aluno pode continuar seu estudo de maneira mais adequada a sua realidade. Temos um perfil de alunos responsáveis, pois aqui ninguém tem a obrigação de fazer um curso técnico e sim uma opção por ele. Tornando-se mais interessante o estudo. Onde uma boa parte desses alunos é responsável pelos seus atos e por aquilo que almeja ser, pois são adultos. Não que a criança e o adolescente não aprenda na ausência de um professor, mas, não são todas as matérias que podem ser aprendidas em sua totalidade. Existem conhecimentos que exigem habilidades práticas para a sua excussão.
Jamais deixará de existir a forma presencial e em distancia, não importa a forma escolhida para obter o conhecimento, o importante é buscar novos conhecimentos e agregar valores culturais e sócias. Acredito na educação com qualidade e em prol do desenvolvimento humano.

Inclusão Escolar...

Vantagens da educação a distância

Vídeo

http://www.youtube.com/watch?v=wtKNE_uZ_gY

Flexibilidade

Flexibilidade

A flexibilidade enquanto característica da EaD apresenta também diferentes acepções dentre elas possibilidade de ensino e aprendizagem significativa, oferta de formação continuada voltada a atender as demandas sociais, uma alternativa de democratização dos estudos e oportunidades além de possibilitar maior número de oferta de cursos e produção de materiais pedagógicos de menor custo.

http://marcoantonioamaral.blogspot.com/2008/08/flexibilidade.html

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Plataforma Moolde

A Plataforma Moodle

Introdução: O que é o Moodle?

O Moodle é um software para produzir e gerenciar atividades educacionais baseadas na Internet e/ou em redes locais. É um projeto de desenvolvimento contínuo projetado para apoiar o social-construtivismo educacional. Conjuga um sistema de administração de atividades educacionais com um pacote de software desenhado para ajudar os educadores a obter alto padrão de qualidade em atividades educacionais on-line que desenvolvem.

O Moodle seria um desses sistemas que geram ambientes educacionais de aprendizagem, às vezes são chamados também por outros nomes, como, por exemplo:

• sistemas de e-learning,

• sistemas de administração de aprendizagem (LMS), ou

• ambientes de aprendizagem virtual (VLE).

Um das vantagens principais de Moodle sobre os demais sistemas é que ele é muito bem fundamentado para por em prática uma aprendizagem social construtivista.

Tecnicamente, o Moodle é um software de Open Source, o que significa é livre para carregar, usar, modificar e até mesmo distribuir (sob a condição do GNU). O Moodle funciona sem modificação em Unix, Linux, Windows, Mac OS X, Netware e em qualquer outro sistema que suporte a linguagem PHP, podendo portanto ser incluído na maioria dos provedores de hospedagem. Os dados são armazenados em um único banco de dados: Funcionam mais eficientemente com MySQL e PostgreSQL, mas também pode ser usado com Oracle, Access, Interbase, ODBC e outros.


O Moodle está disponível em 34 idiomas, por enquanto, incluindo: árabe, catalão, chinês (simplificado e tradicional), tcheco, dinamarquês, holandês, inglês (GB e US), finlandês, francês (da França e do Canadá), alemão, grego, húngaro, indonésio, italiano, japonês, norueguês, polonês, português (Portugal e Brasil), romano, russo, eslovaco, espanhol (da Espanha, do México, da Argentina e outras versões caribenhas), sueco, tailandês e turco.

A palavra Moodle era originalmente um acróstico para "Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment" que é principalmente útil aos pesquisadores e acadêmicos de educação.

Moodle também é um verbo que descreve o processo de navegar despretensiosamente por algo, enquanto se faz outras coisas ao mesmo tempo, num desenvolvimento agradável e conduzido freqüentemente pela perspicácia e pela criatividade.

Aplicam-se ambos ao Moodle do modo que ele foi desenvolvido. E, também, se aplica a uma sugestiva maneira pela qual um estudante ou um professor poderiam integrar-se estudando ou ensinando num curso on-line.

Qualquer um que usa o Moodle é um Moodler.

A História do Moodle

Moodle é um projeto em permanente evolução. O desenvolvimento foi começado por Martin Dougiamas que continua conduzindo o projeto:

“Eu tenho trabalhado nisso há vários anos. Comecei nos anos 90 quando era webmaster na Universidade de Curtin de Tecnologia e administrador do sistema WebCT1. Eu tive muitas frustrações com o WebCT e desenvolvi uma urticária que precisou coçar - e teve que ser melhor (não, não o Blackboard2

Eu também conheço muitas pessoas em escolas e instituições menores (e algumas grandes!) que querem fazer melhor uso da Internet, mas não sabem onde começar no labirinto de tecnologias e pedagogias que existem. Eu sempre sonhei que haveria uma alternativa grátis que tais pessoas poderiam usar para ajudar para desenvolver suas habilidades pedagógicas no ambiente on-line.

Minhas convicções nas possibilidades irrealizadas de educação baseada na Internet me levaram a completar o mestrado e depois um Ph.D. em Educação, combinando minha carreira anterior em Informática com conhecimento recentemente construído sobre a natureza de aprender em colaboração.

Em particular, eu sou influenciado particularmente pela epistemologia do sócio-construtivismo - que não só trata aprendizagem como uma atividade social, mas o enfoque na aprendizagem que acontece enquanto se constrói artefatos ativamente (como textos) para outros ver ou usar.

É fundamental para a mim que este software seja fácil usar - na realidade deveria ser tão intuitivo quanto possível.

Eu sou levado a continuar meu trabalho com o Moodle e em mantê-lo Aberto e Livre. Eu tenho uma convicção profundamente-firmada na importância de educação irrestrita e ensino aberto, e o Moodle é o meu modo de contribuir na realização destes ideais.

Desde então houve uma série de novos desenvolvimentos e lançamentos que vão somando características novas, escala e desempenho melhorado.

Como o Moodle se disseminou e a comunidade cresceu, muito mais contribuição está sendo obtida de uma variedade mais ampla de pessoas em situações pedagógicas diferentes. Por exemplo, o Moodle agora não é só usado em universidades, mas em escolas secundárias, escolas primárias, organizações não lucrativas, companhias privadas, pelos professores independentes etc. Um número crescente de pessoas, ao redor do mundo, estão contribuindo com o Moodle de modos diferentes

Uma característica importante do projeto do Moodle é o moodle.org, rede local que provê um ponto central para informação, discussão e colaboração entre usuários do Moodle que incluem os administradores de sistemas os professores os pesquisadores, os designers instrutivos e claro que, o fomentador.

Este local sempre está evoluindo para atender as necessidades da comunidade, e como o Moodle será sempre grátis. Em 2003, a companhia moodle.com foi lançado para prover apoio comercial adicional aos que dele precisam, como também passou a ser o mantenedor e administrador, oferecendo consultoria e outros serviços.

Filosofia

O desígnio e o desenvolvimento de Moodle são guiados por uma filosofia particular de aprender, um modo de pensar a educação-aprendizagem conhecido como a "pedagogia do social-construtivismo".

Tentemos explicar em condições simples o que significa isso, através da explicação dos quatro conceitos principais em que se baseia.

Note que cada um desses conceitos é uma visão sumarizada de uma imensa pesquisa, assim estas definições podem parecer fracas se você já leu sobre isso antes.

Se estes conceitos são completamente novos para você que é provável que essas idéias serão difíceis de entender a princípio - tudo que se pode recomendar é que você leia cuidadosamente, enquanto pensa em suas próprias experiências de tentar aprender algo.

1. Construtivismo

Este ponto de vista sustenta que as pessoas constroem conhecimentos ativamente quando interagem com o ambiente.
Tudo o que você leu, viu, ouviu, sentiu, e tocou é testado contra seu conhecimento anterior e se for viável dentro de seu mundo mental, pode formar conhecimento novo que você leva com você. O conhecimento é fortalecido se você puder usar isto bem em seu ambiente mais amplo. Você não é só um banco de memória que absorve informação passivamente, nem é apenas lendo ou ouvindo alguém que o conhecimento pode ser transmitido a você.

Não quer dizer que você não pode aprender nada ao ler uma página da rede ou assistir uma conferência. Obviamente você pode aprender com isso. Mas há mais uma questão de interpretação do que propriamente uma transferência de informação de um cérebro para outro.

2. Construcionismo

O construcionismo afirma que a aprendizagem é particularmente efetiva quando se constrói algo para outros experimentarem. Isto pode ser qualquer coisa. Desde falar alguma coisa, escrever uma mensagem na Internet, até artefatos mais complexos como uma pintura, uma casa ou um software.

Por exemplo, você poderia ler várias vezes esta página e ainda poderia esquecer amanhã - mas se você fosse tentar e explicar essas idéias a outra pessoa com as suas próprias palavras, ou produzir um "slideshow" que explique estes conceitos, então eu posso garantir você teria uma compreensão melhor que é mais integrada em suas próprias idéias.

Por isso que as pessoas tomam notas durante conferências, até mesmo se eles nunca lessem novamente as notas.

3. Sócio-Construtivismo

Estende as anteriores idéias em um grupo social que constrói coisas para outro, colaborativamente. criando uma microcultura de artefatos compartilhados com significados compartilhados. Quando a pessoa é imersa dentro de uma cultura assim, a pessoa está aprendendo o tempo todo a como ser uma parte daquela cultura, em muitos níveis.

Um exemplo muito simples é um objeto como uma xícara. O objeto pode ser usado para muitas coisas, mas sua forma sugestiona um pouco de "conhecimento" sobre portar líquidos.

Um exemplo mais complexo é um curso on-line - não só as "formas" das ferramentas de software indicam sobre o modo que cursos on-lines deveriam funcionar, mas também as atividades e textos produzidos dentro do grupo ajudarão a cada pessoa formar-se dentro daquele grupo.

4. Conectado e Isolado

Esta idéia parece mais profunda nas motivações dos indivíduos dentro de uma discussão.

Comportamento isolado é quando alguém tentar permanecer 'objetivo' e 'efetivo', e tende a defender as próprias idéias usando a lógica para achar falhas nas idéias do oponente.

Comportamento conectado é uma aproximação do significado de empatia e que se liga também ao conceito de intersubjetividade, enquanto tentamos escutar e fazer perguntas em um esforço para entender o outro ponto de vista.

Comportamento construído é quando uma pessoa é sensível a essas duas aproximações e pode escolher qualquer uma delas como apropriado para a uma situação atual.

Em geral, uma quantidade saudável de comportamento conectado dentro de uma comunidade de aprendizagem é um estimulante muito poderoso para aprender, não só aproximando as pessoas mais intimamente, como promovendo a reflexão mais funda e reexame das convicções existentes em cada um.

Quando você pensa nesses assuntos, focaliza-se em experiências produtivas para aprender, sob o ponto de vista do estudante. Muito melhor que publicando e avaliando a informação você acha que eles precisam saber.

Também pode ajudar a perceber como cada participante em um curso pode tanto ser um professor como também um estudante.

Seu trabalho como professor pode deixar de ser a fonte de conhecimento para ser um influenciador e modelo de cultura do grupo, conectando-se com os estudantes de um modo muito mais pessoal, que remete às suas próprias necessidades de aprendizagem, e moderar as discussões e atividades de modo que coletivamente conduzam os estudantes para as metas de aprendizagem do grupo.

Obviamente, o Moodle não força este estilo de comportamento, mas isto é o que ele deseja apoiar.

No futuro, como a infra-estrutura técnica do Moodle estiver mais estabilizada, melhorias adicionais no apoio pedagógico serão a direção principal para desenvolvimento do Moodle.

Formatos de Cursos

O Moodle pode ser configurado para trabalhar em três formatos básicos, de acordo com o tipo de atividade educacional a ser desenvolvida.

Os formatos são os seguintes:

Formato Social
Formato em Tópicos
Formato Semanal


1. Formato Semanal

O curso é organizado em unidades correspondentes a semanas, com datas de início e fim bem definidas.

Cada semana inclui atividades. Algumas delas, como os diários, podem estender-se por mais de uma semana.

2. Formato Tópicos

Este formato é muito parecido com o formato semanal, mas as unidades lógicas são assuntos ou temas.

Os tópicos não têm limite de tempo pré-definido.

3. Formato Social

Este formato é articulado em torno de um fórum principal que é publicado na página principal do curso.

É um formato mais livre que pode ser usado, também, em contextos que não são cursos como, por exemplo, grupos de estudos permanentes, grupos de pesquisa, ou desenvolvimento de práticas.

Observe que o Formato Semanal e o Formato Tópicos são similares.

A diferença principal é que cada bloco no Formato Semanal trata exatamente de uma semana de curso, enquanto no Formato Tópicos, cada bloco pode abordar o que o professor desejar.

O Formato Social não se baseia muito em conteúdos e tem apenas um Fórum, disponibilizado na página principal.

Os seguintes instrumentos para o desenvolvimento de atividades podem ser usados em qualquer atividade educacional conduzida na plataforma.


Instrumentos Educacionais Disponíveis

1. Avaliações do Curso

Este instrumento contém alguns tipos de questionários de avaliação de cursos, específicos para ambientes de aprendizagem virtuais. Este tipo de atividade favorece a reflexão sobre os processos de aprendizagem durante o curso.

2. Chat

O instrumento Chat permite a realização de uma discussão textual via web em modalidade síncrona. Este instrumento contém instrumentos para a revisão e a administração das discussões.

3. Diários

Este instrumento corresponde a uma atividade de reflexão orientada por um moderador. O professor pede ao estudante que reflita sobre um certo assunto e o estudante anota as suas reflexões progressivamente, aperfeiçoando a resposta.

Esta resposta é pessoal e não pode ser vista pelos outros participantes. O professor pode adicionar comentários de feedback e avaliações a cada anotação no Diário.

Esta deve ser uma atividade constante - uma atividade deste tipo por semana, por exemplo.

4. Fóruns

Esta atividade de discussão é importantíssima. Os Fóruns tem diversos tipos de estrutura e podem incluir a avaliação recíproca de cada mensagem. As mensagens são visualizadas em diversos formatos e podem incluir anexos. Os participantes do forum tem a opção de receber cópias das novas mensagens via email (assinatura) e os professores, de enviar mensagens ao fórum com cópias via email a todos os participantes.

5. Glossário

Esta atividade permite aos participantes criar e manter uma lista de definições, como um dicionário.

As entradas podem ser pesquisadas ou "navegadas" em diferentes formatos. O glossário também possibilita aos professores exportarem entradas de um glossário para um outro (principal) dentro do mesmo curso.

Finalmente, é possível criar, automaticamente, links para estas entradas em todas as partes do curso.

6. Lição

Uma lição disponibiliza conteúdo de um modo flexível e interessante. Consiste deum número de páginas. Cada página termina normalmente com uma pergunta e um número de respostas possíveis.

Dependendo da resposta escolhida pelo aluno, avança-se para a página seguinte ou retorna-se para a página anterior.

A navegação pela lição pode ser bem direta ou complexa, dependendo amplamente da estrutura do material a ser apresentado.

7. Materiais

Os materiais são todos os tipos de conteúdos que serão apresentados no curso.
Podem ser documentos arquivados no servidor, páginas criadas com o uso do editor de textos ou arquivos de outros sites visualizados no ambiente do curso.

8. Pesquisas de Opinião

Este instrumento permite uma atividade muito simples. O professor elabora uma pergunta com diversas opções de resposta. Serve para fazer pesquisas de opinião rápidad, para estimular a reflexão sobre um tópico, para escolher entre sugestões dadas para a solução de um problema ou para obter a permissão de utilizar dados pessoais dos alunos em pesquisas do professor.

9. Questionários

Este instrumento consiste em um instrumento de composição de questões e de configuração de questionários. As questões são arquivadas por categorias em uma base de dados e podem ser reutilizadas em outros questionários e em outros cursos.

A configuração dos questionários compreende, entre outros, a definição do período de disponibilidade, a apresentação de feedback automático, diversos sistemas de avaliação, a possibilidade de diversas tentativas.

Alguns tipos de questões: múltipla escolha, verdadeiro ou falso, resposta breve, etc

10. Tarefas

Uma tarefa consiste na descrição ou enunciado de uma atividade a ser desenvolvida pelo participante, que pode ser enviada em formato digital ao servidor do curso utilizando a plataforma. Alguns exemplos: redações, projetos, relatórios, imagens, etc. Este instrumento inclui a possibilidade de descrever tarefas a serem realizadas offline - na sala de aula, por exemplo - e de publicar o resultado da avaliação.

Disponibiliza-se um exercício paraa ser feito com data específica e nota máxima.

Alunos poderão postar um arquivo que satisfaça às exigências. A data da postagem do arquivo será gravada. Ao final, você verá todos os resultados em uma única página (e o prazo da postagem), e poderá gravar a nota e o comentário. Meia hora após sua avaliação, Moodle automaticamente enviará um email comunicando o aluno.

11. Workshop

O Workshop é uma atividade de avaliação entre pares (participantes) com uma vasta gama de opções. Os participantes podem avaliar os projetos de outros participantes e exemplos de projeto em diversos modos. Este instrumento também organiza o recebimento e a distribuição destas avaliações


http://prismatreinamentos.com.br/mod/resource/view.php?id=18

O que é moodle?

Mundo Moodle

Moodle é um sistema de administração de atividades educacionais destinado à criação de comunidades on-line, em ambientes virtuais voltados para a aprendizagem.

De acordo com a documentação que consta no sítio oficial do Moodle:

A palavra Moodle referia-se originalmente ao acróstico: ?Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment?, que é especialmente significativo para os programadores e acadêmicos da educação. É também um verbo que descreve o processo de navegar despretensiosamente por algo, enquanto se faz outras coisas ao mesmo tempo, num desenvolvimento agradável e conduzido freqüentemente pela perspicácia e pela criatividade.

Assim, o nome Moodle aplica-se tanto à forma como foi feito, como a uma sugestiva maneira pela qual um estudante ou um professor poderia integrar-se estudando ou ensinando num curso on-line. (http://moodle.org)

Esse software tem uma proposta bastante diferenciada: ?aprender em colaboração? no ambiente on-line, baseando-se na pedagogia sócio construtivista, a qual, como nos explica Martin Dougiamas ? que desenvolveu o projeto e o lidera até hoje ?, ?não só trata a aprendizagem como uma atividade social, mas focaliza a atenção na aprendizagem que acontece enquanto construímos ativamente artefatos (como textos, por exemplo), para que outros vejam ou utilizem?.

Por ser um projeto ?Open Source? (sob as condições GNU-?General Public License?) ou seja: aberto, livre e gratuito, ele pode ser carregado, utilizado, modificado e até distribuído. Isso faz com que seus usuários também sejam seus ?construtores?, pois, enquanto o utilizamos, contribuímos também para sua constante melhoria. O Moodle está sendo aperfeiçoado a cada dia e é sempre possível receber novos módulos com funções que atendam ainda mais os diversos tipos de usuários. Há possibilidades de aplicação em diferentes práticas pedagógicas.

Utilizar o Moodle não é uma tarefa difícil. Aliás, essa também é uma preocupação de Dougiamas que afirma ser fundamental ?que esta plataforma seja fácil de usar ? de fato, deveria ser tão intuitiva quanto possível?.

Muitas Universidades e Escolas já utilizam o Moodle, não só para cursos totalmente virtuais, mas também como apoio aos presenciais. Também é indicado para outros tipos de atividades que envolvem formação de grupos de estudo, treinamento de professores e até desenvolvimento de projetos. Existem outros setores, não ligados diretamente à educação, que utilizam o Moodle como, por exemplo, empresas privadas, ONGs e grupos independentes que interagem na Internet.


Leia artigo completo:
Redemoinhos - Informativo da Cidade do Conhecimento - USP
ano V ? nº 3 ? maio de 2005
http://cidade.usp.br/redemoinhos/?2005-03/ferramental